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VEJA PARTE DA HISTÓRIA DA CONSTRUÇÃO DA ESTRADA CORVO BRANCO/sc – “Estamos tingindo de preto as asas brancas do corvo”.

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ESSA CONSTRUÇÃO FOI MAIS UM DOS DESAFIOS DA ENGENHARIA À NATUREZA. ELA PASSA POR UM SANTUÁRIO ECOLÓGICO DE GRÃO PARÁ.
FÓRUM PARLAMENTAR/SC FOI À ANTT DISCUTIR CONCESSÃO DA 101 – Amin e FECAM integraram essa comitiva.

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O senador Esperidião Amin participou da reunião do Fórum Parlamentar Catarinense com a Diretoria da ANTT, em Brasília. Objetivo foi
UM SONHO DA SERRA DO RIO DO RASTRO – UM TELEFÉRICO LIGANDO SIDERÓPOLIS AO MIRANTE DE BOM JARDIM..

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PENSADO NO GOVERNO CATARINENSE PASSADO, O PROJETO INTERESSOU A INVESTIDORES EXTERNOS. MAS AGORA ESTÁ FORA DA PAUTA DO TURISMO DE
OBRAS DAS RODOVIAS CATARINENSES TEM AS DIGITAIS E AMIN – BR 282 e Esterada da Serra do Rio do Rastro foram seus desafios.

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GOVERNADOR POR DUAS VEZES, O ATUAL SENADOR ESPERIDIÃO AMIN SEMPRE FOI UM APAIXONADO POR RODOVIAS. DESDE OS TEMPOS DE SECRETÁRIO
A MULHER NA POLÍTICA – A força da bancada do batom continua em alta em Santa Catarina.

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URUPEMA - NA SERRA CATARINENSE - DEVE SER O MUNICÍPIO COM A MAIOR BANCADA FEMININA. São quatro as vereadoras que estão
BASTIDORES DO INDICIAMENTO DE JULIO GARCIA EM IMAGENS – Maioria do público da terça, 15, nos arredores do plenário da ALESC, era de repórteres.

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PRESIDENTE DO PODER GARANTE QUE VIVERÁ UM CALVÁRIO ATÉ O STF, MAS PROVARÁ OS EQUÍVOCOS DESSA INVESTIGAÇÃO ALCATRAZ EM RELAÇÃO
AUDIÊNCIA PÚBLICA DISCUTE PROJETO QUE BENEFICIA 60% DOS MUNICÍPIOS – A matéria é do deputado Jerry Comper, presidente da comissão de assuntos municipais/SC.

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PROJETO PROPÕE ALTERAÇÃO NA DISTRIBUIÇÃO DE RECURSOS AOS MUNICÍPIOS. OS MENORES, UNS 60%, SERIAM OS MAIS BENEFICIADOS. Atualmente o bolo do
EDITORIAL –  É importante se criar municípios? Qual o efeito disso no retorno dos impostos?

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HOJE A DIVISÃO DO BOLO ARRECADADO NO ICMS É DE PARTE IGUALMENTE A TODOS E PARTE COM BASE NO MOVIMENTO

GOVERNO DÁ SINAIS DE UMA SOLUÇÃO PARA CONSERTAR O PAÍS – Não deverá fazer magias e sim encontrar a fórmula mágica.


paulo guedes
Esta postagem foi publicada em 3 de janeiro de 2019 Administração, Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo, Política.

Na posse, Paulo Guedes deu a dica mas passou despercebida: todos estavam encantados com as medidas anti-crime e corrupção. Saiba detalhes aqui.

O Ministro da Economia, Paulo Guedes, deu a dica de como ganhar tempo e operar as reformas para consertar o Brasil e fazê-lo crescer: desvincular tudo no orçamento para dar mobilidade e fazer rápido o ajuste fiscal, com as privatizações, a redução da máquina e a reforma da Previdência.

Desvincular tudo no orçamento daria mais agilidade porque possibilitaria fazer muita coisa por Medida Provisória, Lei Complementar e Decretos. Desde que não sejam causas pétreas. E não seria um cheque em branco porque tudo teria de passar no Legislativo.

Seria, então, uma aprovação por tabela. Não seria antipática porque os efeitos já surgiriam a olho nu no mercado e na opinião pública. Fazendo rápido, enquanto perdure a lua de mel do governo com o povo, as medidas impactariam mais forte ainda na bolsa, no câmbio e no dia dia a dia das pessoas.

Exemplo disso foi a reação do mercado no primeiro dia útil do ano, quando a bolsa bateu o recorde de mais de uma década, o dólar caiu e a esperança do brasileiro e do setor produtivo aumentou. Teria sido resultado dos sinais positivos dados pelo novo Governo em relação às reformas e às privatizações, entre elas a da Eletrobras.

Com o novo cenário, com certeza o Congresso embarcaria na onda e praticamente referendaria o que o Governo enviasse legitimado pelos resultados que já estriam acontecendo.

…………….

OPINIÃO

Cada governo anterior fez sucesso no começo apresentando uma fórmula mágica ou se apoiando em planos ou ondas positivas que os levaram ao estrelato.

Um exemplo clássico foi o ex-presidente FHC que conseguiu a estabilidade econômica através do Plano Real. A URV foi a fórmula mágica para estacar a hiperinflação. Aí vieram por gravidade as aprovações das privatizações, do ajuste fiscal, da redução da máquina e até a da reeleição que perdura até hoje.

Os dois governos do PT se apoiaram na onda internacional favorável aos governos de esquerda que simbolizavam ascensão popular ao poder e em medidas surpreendentes em relação ao mercado e ao sistema financeiro. Como suporte à popularidade, agiam fortemente na área social com o instituto das bolsas de adulação aos pobres.

MERGULHO NA HISTÓRIA

Regredindo um pouco mais: Fernando Collor deu esperanças de fulminar a inflação e atirou forte munição contra os privilégios (como a promessa de caça aos marajás); José Sarey veio com o Plano Cruzado, tendo o brasileiro como fiscal do governo contra a carestia; os governos militares iniciaram a operação do milagre brasileiro via investimento em infraestrutura e estímulo às exportações; João Goulart pregou a participação do cidadão como solução para tirar o País do momento de incerteza e transição para fazer a travessia a um regime novo.

E o ex-presidente mais emblemático – Juscelino Kubitscheck – operou o planto “crescer 50 anos em cinco”. Interiorizou o desenvolvimento industrial e agrário com a construção de Brasília, o traçado de rodovias, com a indústria automobilística pôs o País sobre 4 pneus e de visibilidade às commodities identidade no cenário internacional.


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Coluna Eron J. Silva



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