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EM TEMPOS DE ESPÍRITO NATALINO E DE ANO NOVO.

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[gallery columns="1" size="large" ids="20721"] Em tempos de espírito natalino e de Ano Novo
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COLUNA ERON J SILVA DESTA SEMANA – Destaques: vereador e deputado que trouxeram recursos para unidade de saúde.

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ESPAÇO DA EL`DIVINO HAMBURGUERIA – Inaugurada sexta, dia 07: um novo conceito em seu happy hour.

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SÓ PARTIDOS E DINHEIRO NÃO DÃO MANDATOS – Mídia eletrônica e marketing pessoal estão em alta. Partidos precisam de protagonistas não propriedades.

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EM 2016 PRODUZIMOS ESTE PROJETO DE MARKETING PESSOAL MOSTRANDO O CAMINHO DAS PEDRAS A QUEM BUSCA O SUCESSO NA POLÍTICA,

NOS ÚLTIMOS 15 ANOS INCHARAM A MÁQUINA DO ESTADO – Virou um carrapato maior que a vaca: a Economia


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Esta postagem foi publicada em 25 de novembro de 2018 Administração, Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo, Política.

SEM ACABAR COM A ESTABILIDADE DO FUNCIONÁRIO PÚBLICO NADA VAI ANDAR E NÃO REDUZ A MÁQUINA, POIS SÃO MUITOS OS INIMIGOS NA TRINCHEIRA. HÁ GENTE QUE GANHA PARA FAZER OPOSIÇÃO TUMULTUAR.

Só que as reformas virão na marra, porque elas interessam à maioria. Há novos ares de Norte a Sul e os agentes econômicos internos e externos já começam a dar respostas. Basta ver os números da economia.

A angústia por mudanças é algo tão evidente que antes mesmo de assumir, o novo Governo já está fazendo a revolução econômica, de gestão, social e dos costumes.

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Também basta observar as reações positivas no mundo apenas com a confirmação na prática pela equipe de transição das propostas de campanha do presidente eleito Jair  Bolsonaro.

Nem é preciso ser uma sumidade em economia, finanças e gestão para enxergar que a forma de condução do País em todos os sentidos era um equívoco, um desastre!

Sem falar nas limitantes ao desenvolvimento que a ideologia vinha causando na economia, afugentando empresas e preocupando investidores. É só ver os números e perceber o caos em que nos encontramos.

Senão vejamos: Estado inchado, excesso de ministérios, uma legião de chefes para os índios, inoperância nos quadros, gastança exagerada em programas e o mal da estabilidade do servidor público.

É bom lembrar que a estabilidade do servidor possibilita a geração de inimigos na trincheira. E é um prego na engrenagem da gestão pela inoperância e a acomodação e na economia pelos interesses e privilégios, além do mal da corrupção endêmica.

O resultado não poderia ser outro, senão o comprometimento de quase 90% do PIB em folha de pagamento e previdência privada e das três esferas – União, Estados e Municípios – falta de qualidade nos serviços públicos, decadência da infraestrutura e um déficit público de mais de R$ 3,7 trilhões devido aos juros.

Que as cabeças da classe política seja iluminada por alguma força para ajudar a por ordem na desordem!

OPINIÃO DO ERON PORTAL.

………………………………………………….

 

O QUE JÁ PUBLICAMOS ANTE:

 

O TAMANHO IDEAL DO ESTADO.

Todos nós perguntamos: qual o tamanho que deveria ter o Estado? A extrema esquerda prega um Estado com tudo nas mãos. Maior que a Economia. O outro lado defende um Estado mínimo, que não gaste tudo o que é dos outros e se quebrem todo mundo. É que depois socializam o prejuízo. Mas, há quem diga que nenhum, nem o outo seria o ideal.

Parece-nos que o projeto a ser implantado em janeiro seja m avanço.

No intermediário estão: o centro esquerda, o centro direita e o centro. Estes pregam um Estado o suficiente para fazer as coisas andar e que todo mundo ganhe. Certamente ainda não apareceu quem tenha a receita para se chegar a essa perfeição de equilíbrio. Provavelmente, a partir daqui, a tendência vai ser o revezamento do poder nas mãos de cada um desses polos.

O fato é que a estrutura pública não pode ser um carrapato maior que a vaca: a Economia. Mas também não pode ser tão mínimo. A tendência, no mundo, é cada vez mais a tenologia produzir e a riqueza ser dividida, via lucros, entre as pessoas.

Há 25 anos, no Brasil, Delfin Netto já dizia: para dividir é preciso, primeiro, formar o bolo. Se o ex-ministro da Fazenda nos governos militares estava certo, ainda não sabemos. Só que nas sociedades e economias mais modernas – o Primeiro Mundo – tipo: Alemanha, Estados Unidos, Reino Unido, França, Japão, Áustria e outros, é o que normalmente vem ocorrendo.

Correndo por fora, na conjuntura mundial, estão a Rússia e a China. Mas deve ser pelo tamanho em população e território ou pelo potencial de riquezas  naturais.

Aqui no Brasil estamos nessa gangorra: num período estamos bem, em outro estamos mal. Um dia um modelo é experimentado, no outro é derrubou ou se mata. Isso ocorreu recentemente com o PT.

Vem por aí a eleição de um novo presidente. Atualmente os dois extremos estão em evidência. No meio há muita gente com potencial, mas que nem abriu a boca e ainda nem tem marketeiro para formatar a proposta e dizer o que pretende fazer. A verdade é que tudo é uma incógnita. Até e porque são 48% os eleitores que não sabem o que vão fazer na eleição.

 

 


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Coluna Eron J. Silva



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