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BASTIDORES DO INDICIAMENTO DE JULIO GARCIA EM IMAGENS – Maioria do público da terça, 15, nos arredores do plenário da ALESC, era de repórteres.

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PRESIDENTE DO PODER GARANTE QUE VIVERÁ UM CALVÁRIO ATÉ O STF, MAS PROVARÁ OS EQUÍVOCOS DESSA INVESTIGAÇÃO ALCATRAZ EM RELAÇÃO
AUDIÊNCIA PÚBLICA DISCUTE PROJETO QUE BENEFICIA 60% DOS MUNICÍPIOS – A matéria é do deputado Jerry Comper, presidente da comissão de assuntos municipais/SC.

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EDITORIAL –  É importante se criar municípios? Qual o efeito disso no retorno dos impostos?

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HOJE A DIVISÃO DO BOLO ARRECADADO NO ICMS É DE PARTE IGUALMENTE A TODOS E PARTE COM BASE NO MOVIMENTO

A SOLIDARIEDADE MAIS VERDADEIRA É DIVIDIR O QUE TEMOS POUCO – Nos vídeos desta matéria veja que as crianças e os animais praticam a solidariedade.


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Esta postagem foi publicada em 14 de outubro de 2018 Administração, Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo, Política.

DENTRO DESSE ESPIRITO ESTÁ SENDO RELANÇADA ESTE ANO A CAMPANHA “NATAL SEM FOME” DO SAUDOSO  SOCIÓLOGO HERBERT DE SOUZA: O BETINHO

Portanto, saiba que este ano está de volta a campanha “Natal Sem Fome dos Sonhos” do falecido Bretinho. Essa campanha foi lançada em 2006 e chegou a influenciar na redução do número de famílias que viviam abaixo da linha da pobreza.

De lá para cá a pobreza cresceu e agora já passa de 50 milhões o número de pessoas que vivem na miséria. Além da arrecadação de alimentos junto à população, essa ação social também prioriza a arrecadação de brinquedos e livros. Betinho dizia que a alegria e o conhecimento são coias que também alimentam.

As doações já começaram a ser recebidas. Para lembrar que ninguém é tão pobre que não possa ajudar, vamos reeditar a história mais emocionante aqui do SITE.

A solidariedade é mais verdadeira e mais valiosa quando há pouco o que se dividir. Nos vídeos abaixo estão dois exemplo disso. Veja que as crianças dividem o pouco que tem e também os gatinhos fazem isso.

ANEXO

CRIANÇAS E ANIMAIS SÃO OS QUE PRATICAM A VERDADEIRA SOLIDARIEDADE.

Veja:

A propósito do assunto solidariedade, num domingo desses tive mais um exemplo pessoal de que a gente precisa acreditar mais e não duvidar da honestidade do que as pessoas argumentam sobre suas necessidades.

Bateu a minha porta um casal de uma cidade lá da divisa com o Paraná dizendo que ambos são portadores de uma doença grave. Contaram que estavam sem todo o dinheiro para as passagens e queriam saber se eu não tinha mais algo para eles comer.


A princípio, não sou muito a favor de dar esmolas, até porque há muita malandragem em torno disso e até vicia. Mas, diante de certas situações não há como a gente não se sensibilizar com o problema alheio. O casal foi logo dizendo que não havia conseguido na assistência social todo o dinheiro para as passagens pra voltar pra casa, mas que havia ganho pelo menos um bom dinheiro e o leite que a mulher ainda tomava.

Fui buscar um valor até significativo para uma esmola e entreguei. Perguntaram se não havia mais algo pra comer. Fui à geladeira, peguei o que havia lá e à dispensa, de onde doei o que eu mais gosto de comer com macarrão e que é mais prático para uma refeição rápida. Entreguei-lhes uma sardinha e dois pães Ainda encontrei lá uma embalagem de leite pela metade.
O casal agradeceu, desejou que Deus me desse em dobro e perguntou se não me importava que fizessem a refeição ali na escada mesmo. Logo que deixaram minha porta, nem quero contar o que ouvi ao telefone. Você pode pensar que seja discurso, retórica. Mas o que posso garantir é que foram as duas maiores surpresas positivas do meu final de semana.

Até lembrei-me da passagem bíblica em que Jesus disse aos discípulos que o acompanhavam que as três moedinhas que a mulher havia dado ao doente tinham muito mais valor que as três de ouro que o cobrador de impostos de César havia jogado na cestinha. As dessa viúva pobre eram as únicas que ela ainda tinha, disse Jesus.

Deu na revista Brasil

Natal sem fome dos sonhos

Campanha prioriza coleta de brinquedos e livros, porque a promoção da diversão e da cultura também alimentam

Há 13 anos, a Ação da Cidadania Contra a Fome e Pela Vida, fundada pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, promove a campanha para arrecadar alimentos que melhorem a mesa de famílias pobres. Este ano, a campanha Natal Sem Fome dos Sonhos propõe um novo passo na atitude solidária: a idéia é recolher até o dia 20 de dezembro milhares de brinquedos e livros infanto-juvenis para fazer a festa daqueles que não têm acesso a mesa farta, brincadeira e leitura durante todo o ano.

A coordenadora-geral da organização em São Paulo, Maria Aparecida Vieira, afirma que já em 2005 a sociedade civil tomou a iniciativa de doar brinquedos e livros. “É a primeira vez que fazemos a campanha nesses moldes, por isso ainda não temos idéia de quantos brinquedos vamos arrecadar, mas esperamos deixar muitas crianças carentes felizes.” Os brinquedos arrecadados serão doados às crianças dos bolsões de pobreza onde atuam os comitês da Ação Cidadania e os livros infanto-juvenis formarão os Espaços de Leitura que a ONG estima instalar em 2 mil comunidades no próximo ano. O lema da campanha neste ano é “Não guarde sonho em casa, doe!”

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COMO PARTICIPAR: 

Veja como entidades, empresas e famílias podem ajudar a campanha: patrocínio do veículo do “Espaço de Leitura”; instalação de postos de coleta na sua empresa ou comunidade para arrecadação de brinquedos, livros infanto-juvenis e alimentos não-perecíveis; doação de brinquedos, livros e alimentos; promoção de eventos para arrecadação; compra da camiseta da campanha; doações em dinheiro, via depósito bancários. Para saber a localização dos postos de coleta e outras informações, consulte: www.acaodacidadania.com.br, no link Ação pelo Brasil.


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Coluna Eron J. Silva



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