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SISTEMA ÚNICO VAI UNIR FORÇAS CONTRA O CRIME- Recursos das loterias irão financiar as ações


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Esta postagem foi publicada em 21 de junho de 2018 Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo, Política.

AGORA TODAS AS FORÇAS ATUARÃO JUNTAS NA SEGURANÇA PÚBLICA. RECURSOS DAS LOTERIAS DA CAIXA FINANCIARÃO AS AÇÕES.

É inacreditável mas é verdade. O que existia, até a segunda, 11, o sistema de segurança vigente só favorecia o crime. Já pensou? No Brasil o sujeito poderia tirar 27 carteiras de identidade e 27 CPF? Mas a gora parece que isso está com os dias contados.

De todas as matérias que o Congresso aprovou este ano, a criação do Sistema Único de Segurança Pública (SUSPE) foi a mais relevante. Realmente a insegurança da população e a incapacidade de o poder público combater a bandidagem era uma das três prioridades.

Ninguém mais tinha dúvidas de que o crime já estava quase fora do controle e nem mesmo a intervenção no Rio de Janeiro vinha dando conta de sufocar a escalada na criminalidade por lá.

É obvio que se todas as forças policiais atuarem interligadas e integradas o resultado prático será outro. Quem não sabe que hoje em metrópoles como o Rio de Janeiro e São Paulo os criminosos estão mais bem armados que a polícia? E o pior é que  de lá o crime comanda ações em todos os estados.

Hoje as três frentes a serem combatidas são: o tráfico de drogas, o roubo de cargas e a corrupção dentro das instituições policiais. São as responsáveis pela crescente violência e pela insegurança contra a população de bem.

Unindo as polícias, os órgão público do setor, a inteligência e até mesmo a Justiça, o lado do bem tende a ficar em vantagem. É comum a gente ver na crônica policial da mídia a narrativa de casos e mais casos em que o sistema anterior de segurança pública era conivente ou era subornado em parte ao crime organizado.

A chegada do Sistema Único de Segurança Pública pode ter sido a forma de evitar que daqui um pouco as forças federais tenham de ser chamadas também em outros estados da federação.

Sem contar que daqui um pouco o Governo Federal iria ter de intervir para por ordem na casa em outros estados. Num ritmo desses, daqui um pouco o Exército teria de aumentar seu efetivo, segurando cada vez mais contingente de jovens nos quartéis.

O sistema aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República Michel Temer vai ser aplicado desde a maior capital estadual como São Paulo ao mais longínquo município do interior do País.

Bom porque uma das maiores prioridades para reorganizar a sociedade é dar segurança para nossos filhos. Era mesmo um sistema eficaz que faltava para combater o crime e a corrupção que já campeia desde a bandeja da coleta de oferta na missa ao mais alto círculo do poder público e do setor privado.

As demais prioridades seriam a reformas política, a econômica (fiscal) e a reforma da Previdência social. Se não forem resolvidas estas outras, com certeza o novo Governo a ser instalado em janeiro próximo não governará, pois não chegará ao fim. Já terá de começar com chumbo de matar pato assim que chegar ao palácio em Brasília.

A maior utilidade da integração na segurança é mais capacidade para fiscalização das fronteiras. O Brasil tem mais de 17 mil KM de fronteiras secas e isso facilita o crescimento do crime. A entrada de drogas e armas é o maior problema enfrentado pelo país.

Outra agravante da fronteira seca é no roubo de cargas e de veículos. Estas quatro áreas são as financiadoras do crime em cidades como Rio de Janeiro e são Paulo.

Com o serviço de inteligência integrado e as forças policiais atuando em conjunto vai facilitar para coibir o crescimento do crime. Hoje a polícia tem dificuldade para enfrentar o desafio. Ainda mais que em diversos estados há disputa entre a Secretaria de Segurança Pública e Polícia Militar.

Então, a Lei sancionada esta semana e que já está em vigor – o SUPE – não comparando, é o SUS para a saúde da Segurança Pública e para mais tranquilidade para a população do bem.

 


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Coluna Eron J. Silva



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