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O QUE ROLA NAS REDES SOBRE POLÍTICA – Veja algumas pérolas do Lula, professor em economia, administração e previdência.

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CAMINHOS DA SERRA – Modelo europeu de estradas turísticas

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CÂMARA DE VEREADORES PODE VIR A FAZER ESCOLA/SC – Projetos propõem reduzir para 1/4 salário de vereadores e para metade repasses mensais.

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Qualquer momento podem entrar na pauta essas medidas que seriam inéditas no País. Em Lages, o vereador passaria a ganhar
BEM HUMORADAS DO FUTEBOL NO PORTAL – Raridade sobre a Seleção: vídeo à cores de uma final ganha por mais de 2 gols!

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Raridade entre os clubes brasileiros: vídeo à cores de um título mundial do Santos. Coisa impossível! ...... FRASE DE UM LEITOR AQUI
FUTEBOL SERIA O ÓPIO DO POVO? – O fato é que durante as competições o torcedor esquece as mazelas. Essa aí foi a do último amistoso, contra ao Panamá.

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    A seleção canelinha de vidro da Copa da Rússia, abaixo, foi um carrossel, mas, rolando no gramado. Resultado: voltamos pra

GOVERNADORES FENÔMENOS DE VOTOS AINDA SEM NADA DE EXTRAORDINÁRIOS – O de SC acaba de propor redução de recursos da Universidade.


1-Vereadores entregam ao governador pedido pela reabertura de ala do Tereza Ramos e outras demandas do município (2)
Esta postagem foi publicada em 23 de abril de 2019 Administração, Destaques 2, Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo, Política.

EM SC E APÓS VACILAR QUANTO AO CORTE DE SUBSÍDIO AO MODELO ECONÔMICO, AGORA GOVERNO PROPÕE REDUÇÃO NO REPASSE À UNIVERSIDADE (UDESC).

Como dissemos antes, em SC e RS é  uma barbeiragem após a outras. Em MG e RJ nem se fala.

A VERDADE É QUE PARA GERENCIAR, ESPECIALMENTE ESTADOS QUEBRADOS, NÃO BASTA APENAS SER UM CAMPEÃO DE VOTOS.

OPINIÃO DO SITE

Quando o mar está calmo qualquer barco navega. Vamos ver diante das tempestades. Não será qualquer oportunista que dará conta do recado no comando de estados falidos e com estruturas viciadas. É preciso mais do que o discurso fácil e oportuno para fazer a diferença.

Tanto é verdade que os primeiros 100 dias de 2019, especialmente em Minas e Rio de Janeiro, são para serem esquecidos.

A fábrica de tragédias nessas duas unidades da federação continua a todo vapor.

Mas, só para não apontar o dedo só para esses, nos outros dois assumidos por fenômenos de votos ainda não aconteceu nada de extraordinário.

No Rio Grande do Sul, as dívidas continuam em alta, a violência é a maior do País, proporcionalmente, e a quebradeira é um fato.

Em Santa Catarina é um desastre atrás do outro. E não duvide se ainda não tiverem tempo o suficiente para acabar com o modelo econômico do Estado, o orgulho dos catarinenses. Ele é assetado sobre os pilares do sistema cooperativo, das agro indústrias, da descentralização universitária e da distribuição demográfica equilibrada.

Só para citar dois vacilos: 1 – ainda não revogaram os decretos danosos ao modelo catarinense que na prática aumentou a tributação sobre as agro indústrias e sobre o insumos da fruticultura (especialmente maçã uva) que podem inviabilizar a produção dos maiores produtos de exportação do Estado: frango, suínos, frutas e vinhos. 2 –  Cortou convênios com hospitais de beneficência e fechou alas dos hospitais públicos.

Agora mais um desastre: o Governo está cortando 10% dos repasses constitucionais à Universidades de Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina. Todos esperavam ao contrário, que aumentasse o índice de investimento na Educação e na Saúde. A redão  no orçamento da UDESC será mais um golpe  no modelo econômico de SC. A descentralização universitária, especialmente na área das Ciências Agrárias, é um dos pilares do modelo econômico. O nove já diz: Universidade do Desenvolvimento do Estado de SC.

Ainda bem que está propondo a  redução do repasse aos demais podres, como a Assembleia Legislativa e o Judiciário. O correto seria reduzir desses dois poderes e repassar direto à Educação e a Saúde.

Deixa só os Estados ávidos por receitas do Centro do País descobrirem isso. Vão oferecer incentivos maiores. Todos sabemos que, hoje, uma planta de um frigorífico, por exemplo, muda-se de um Estado para outro em questão de dias.

ERON PORTAL

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O QUE DEMOS ANTES

Só nas primeiras tragédias os governadores campeões de votos de Minas Gerais e Rio de Janeiro já enfrenaram desafios extras. Isto para piorar ainda mais a já debilitada situação de seus estados devido ao caos financeiro que seus antecessores deixaram.

É bem verdade que o quadro é histórico, agravado pelos últimos governadores, mas, arrumar a casa através de magicas foi bandeira que empunharam e por siso foram os fenômenos de votos. Os desafios mal começaram e cabrito bom não berra. Não tem desculpa!

Basta apenas a gente soprar a cinza da brasa que veremos quanta coisa aconteceu devido ao estado de fadiga a que chegou a estrutura pública nesses estados.

Centenas de mortes em Minas consequência do descaso de governos anteriores com os depósitos de resíduos da mineração. Dezenas de mortes no Rio, fruto do desleixo para com a ocupação do solo urbano, o funcionamento sem muita exigência em alojamento de jovens atletas no Flamengo e por último na guerra urbana que nos deixa perplexos.

Sabiamente, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que a Previdência é uma fábrica de privilégios e de injustiças. Parafraseando-o, poderemos dizer que o Brasil virou uma fábrica de tragédias porque governos federais e estados anteriores fizeram vista grossa, pensando apenas na arrecadação que foi para o ralo para adular simpatizantes e manter o balcão de negócios no Congresso. Nos estados faziam de conta que administraram.

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ANEXO

QUANDO O MAR ESTÁ CALMO QUALQUER BARCO NAVEGA – II

Em Lages/Serra Catarinense, há que se Temos de entregar ao ex-prefeito Toni Duarte todos os méritos que ele adquiriu, ao administrar a cidade em todas as vezes que foi chamado. Principalmente nas duas últimas ocasiões, durante os 10 meses de afastamento do então prefeito Elizeu Mattos e depois na renúncia deste ao cargo.

Ao seu estilo, bem ou mal, o fato foi que ele fez a cidade andar e tudo funcionou. Até algumas obras tiveram continuidade. A festa do Pinhão foi preparada e tivemos um prefeito para estar presente nas atividades oficiais.

Como prefeito em definitivo, ao menos aparentemente, tudo funcionou naturalmente. A cidade esteve limpa. Pode até que muito cisco tenha sido varrido para debaixo do tapete. Isso apenas o tempo irá revelar.

Os 250 anos foram comemorados; foi montado e feito pelo Flavinho e sua equipe o Natal Felicidade; os setores essenciais funcionaram; os salários foram pagos; houve algumas pinturas aqui, ali e acolá; e surgiu um clima alegre com essa espécie de maquiagem na cidade.

Tenham certeza, não é qualquer um que administra uma prefeitura do tamanho da nossa e nas condições em que o Toni a pegou. Pelo menos nas duas últimas ocasiões. É aquela história, quando o mar está calmo, qualquer barco navega. Ele conseguiu fazer a travessia de uma gestão para outra, removendo as pedras do caminho e aparentemente sem muitos traumas.

Um detalhe, o vice-prefeito Toni Arcando Duarte chegou ao poder sem um só voto. Mas deixou a Prefeitura de cabeça erguida e sob alguns aplausos. Isso não foi muito comum na troca de inquilinos temporários do Paço.


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Coluna Eron J. Silva



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