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DEPUTADO OBTÉM COMPROMISSO DO GOVERNADOR PARA CONCLUSÃO DE OBRAS – Hospital em Lages e Serra do Corvo Branco serão concluídos com recursos próprios.

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DEMAIS OBRAS DEPENDERÃO DE FINANCIAMENTOS A SEREM BUSCADOS NO ANO QUE VEM, MAS EQUIPAMENTOS DO HOSPITAL TERÃO LICITAÇÃO ANA QUE VEM. Último
PÚBLICO TAMBÉM FOI ATRAÇÃO NA 2ª NOITE DO FESTIVAL “UMA CANÇÃO PARA CRICIÚMA”/SC – O espetáculo faz parte das comemorações dos 140 anos da cidade.

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NOVO PARTIDO DE BOLSONARO ESTÁ EM ALTA EM SC – Meta é de 1.000 novos membros/dia e diretórios municipais já.

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  "ALIANÇA PELO BRASIL" VIRA O FATO POLÍTICO DA SEMANA E BOMBA NAS REDES SOCIAIS E MÍDIA IMPRESSA DO INTERIOR. Perfil oficial
LANÇADA NOVA FRENTE PARLAMENTAR – A do Agronegócio, Turismo Rural e Cultura Tradicionalista.

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Foi nesta quarta, 13, na ALESC, reunindo representantes destes importantes setores do bem sucedido modelo produtivo catarinense. Na mesa dos trabalhos
OPINIÃO – MINISTRO PAULO GUEDES TEM RAZÃO – A Lei de Responsabilidade Fiscal é inócua sem a cultura da responsabilidade nos gastos.

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MUNICÍPIOS SÃO UM FARDO A MAIS PARA O CIDADÃO – Mas só enxugando a folha da Prefeitura e da Câmara já não é preciso incorporação.

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TÉCNICO DE FUTEBOL ATÉ PARECE MINISTRO DA EDUCAÇÃO: SE O APARELHAMENTO IDEOLÓGICO, OS MANISFESTANTES E OS GREVISTAS RESOLVEREM, DERRUBAM. Como é

O EDITORIAL DA SEMANA – Ninguém, em sã consciência, pode ser contra o Brasil.


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Esta postagem foi publicada em 5 de outubro de 2019 Administração, Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo, Política.

Governo, Oposição e, especialmente o Centrão, não tem o direito de, por vaidade pessoal ou por espírito de corpo, frustrar nossa esperança de vivermos numa Nação próspera. Diante do cenário que se avizinha não temos muito tempo.

Como bem disse o professor, historiador e requisitado palestrante Leandro Karnal: “não temos plano “B”, pois nosso lugar é aqui”.

E nós aqui do SITE arriscamos a dizer que nem os políticos tem outra saída que não seja a das reformas já… Todos estamos na mesma canoa tupiniquim!

Esse povinho chamado classe política de um lado e de agentes públicos de outro (a estrutura administrativa) não pode se negar a, pelo menos, tentar uma solução que possa nos desviar dessa rota de colisão com o caos.

Um País Continente, rico e “bonito por natureza”, não teria porque estar às voltas com tragédias administrativas e crises econômica cíclicas. Nem sofrer com tragédias naturais e com a miséria humana da violência. Nem ver massacres em presídios. Tampouco deveria existir gente com fome, a falta de leitos em hospitais e a falência iminente da Saúde e da Educação.

A não ser pelo descaso, a incompetência ou devido a opções equivocadas por sistemas que duram até acabar o dinheiro alheio.

O Brasil já poderia ter dado um enorme salto, há muio tempo. Bastaria ter escolhido o caminho da prosperidade e da competência.

Mas isso não veio devido aos hiatos negativos, exatamente por causa do atraso ideológico de uns e a falta de visão de outros. Esses foram os principais fatores que nos impuseram várias décadas perdidas.

SENÃO VEJAMOS:

Temos mais de um terço das terras agricultáveis do mundo; quase dois terços da água potável à disposição da humanidade; um terço da biodiversidade do Planeta; e um subsolo rico em minérios, petróleo e mais água. Acrescente aí mais de sete mil km de costa, com um oceano recheado com vidas marinhas e com mais petróleo no fundo!

Esse é o patrimônio legítimo de um povo que não teria porque chorar e sim, só exercitar sua natureza: a de sorrir, de se divertir e de ser feliz!

Mas veja só o que Noé e Cabral parece terem feito: jogar aqui os estrumes das suas arcas para comprometer o futuro dos Tupiniquins!

Que pecado esta terra cometeu? Que carma ela deve estar pagando? E o que mais a sorte quer lhe impor, além da desventura de ter sido descoberta para, desde bebê, já merecer a condenação de ser explorada e saqueada?

Às vezes queremos crer que tudo só pode ser um capricho da natureza ou o fruto de nossos erros na hora de votar.

Até parece que sempre escolhemos nossos parlamentares entre os descendentes dos elementos rejeitados em Portugal que vieram iniciar a povoação das Capitanias Hereditárias. Porque esse parece o perfil dos nossos representantes no Congresso, nos últimos anos!

É um Parlamento que parece nem querer ser digno de empunhar nossa Bandeira, nem de cantar nosso Hino.

Texto: Eron J Silva

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Coluna Eron J. Silva



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