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OPINIÃO DO SITE. MINISTRO DISSE TUDO: Pobreza é mesmo um adicional nos problemas do meio ambiente.


O presidente Jair Bolsonaro  e o ministro da economia, Paulo Guedes falam à imprensa
Esta postagem foi publicada em 21 de janeiro de 2020 Administração, Destaques 2, Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo, Política.

FALTA RIQUEZA PARA INVESTIMENTOS NA ALTERAÇÃO DO NOSSO MODELO DE PRODUÇÃO RURAL E OCUPAÇÃO DO SOLO URBANO.

Chuvas em BH e ES comprovam o que estamos dizendo aqui: sobram aos pobres os espaços que são das águas. Pior é que o sofrimento acaba potencializando os efeitos dos desastres naturais.

Os desastres naturais estão acontecendo periodicamente e com mais intensidade. A comunidade científica atribui a maior ocorrência dos fenômenos mais aos efeitos das atividades humanas, especialmente da indústria e da produção de alimentos, que aumentam o efeito estufa.

Mas há divergência e quem diga que catástrofes existem ao longo da história da Humanidade. Hoje, o que há é divulgação e mais rápida.

É atribuído, também, à ocupação de áreas que são da natureza, o que potencializa seus efeitos.

 

INVESTIMENTOS E MODERNIDADE AMENIZARIAM O PROBLEMA

É bom citar que já há técnicas sofisticadas para produzir e se viver sem agredir a natureza. Mas para isso é preciso de recursos.

O aumento demográfico e as necessidades humanas é que justificam maiores atividades econômicas e de geração de alimentos no campo e moradias populares nas cidades.

No campo se ocupam reservas e áreas impróprias. Nas cidades os melhores espaços vão para classes mais abastadas. Então. restam os piores lugares para os pobres, com mais pavimentações, mais edificações e ocupação irregular de espaços que são das águas.

MODERNIDADE É QUE VAI AJUDAR

No Primeiro Mundo já se criam gado em perfeita harmina com florestas e se produzem grãos quase sem agressão ao meio ambiente. É uma atitude sustentável mas que precisa de recursos.

No Brasil, agropecuária e ocupação urbana são do século passado. Em cidades, moradias das faixas populares estão mais em lugares que são da natureza. Mas no campo aqui já começa a perfeita convivência entre pecuária e florestas.

Parece-nos que há mesmo falta de riqueza para mais investimentos em nosso modelo produtivo rural e de ocupação do solo nas cidades.

Produção do campo: por falta de recursos para tecnologia, ainda desmatamos para produzir grãos e para a pecuária.

 

RESUMO DE EXEMPLOS

Resumindo, tanto no campo como nas cidades sobram os piores lugares para os pobres; produção rural é mais em áreas impróprias e se derruba e se queima floresta; nas áreas urbanas, moradias e pavimentações estão em lugares das águas; e muitas construções são irregulares e estão em reservas.

Novidade: já há no Brasil tecnologia que permite produzir grãos com menos agressão ao meio ambiente e a produção de pecuária com a convivência pacífica entre animais com florestas.

~~~~~~~~~~~~~~~~~

POSTAGEM ANTERIOR

CONCORDAMOS COM O MINISTRO PAULO GUEDES QUE A POBREZA TAMBÉM É INIMIGA DO MEIO AMBIENTE

(Fotos desta postagem: Agência Brasil)

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Em sua primeira rodada de conversa em Davos, o ministro Paulo Gudes disse que a pobreza é uma das maiores inimigas do meio ambiente.

Realmente falta capacidade para se investir em nosso modelo de produção e de espaço do solo urbano. É arcaico e perverso, pois penaliza os mais pobres.

Nas áreas urbanas, massas pobres tem que morar, produzir e sobreviver em lugares que são da natureza. E nas rurais também acontecem os fatos acima.

A pobreza não tem culpa disso! É o que lhes sobra. E e claro que os problemas não são só esses, há muitos. Mas a pobreza é fator grave e um compromisso de todos nós.

Veja onde vivem, produzem e sofrem as massas mais desprotegidas. E o que é mais grave, naqueles lugares que são da natureza.

Só pela via do desenvolvimento é que o Brasil vai melhorar a situação. A história vai comprovar isso.

Senão vejamos:

Nós aqui podemos afirmar que tudo o que acontece agora em relação à pobreza é devido à falta de planejamento no passado, por omissão de muitos e por falta de decisão política para enfrentar de frente o problema.

AGORA RELATIVO À FALA DO MINISTRO

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O Portal entende que tudo indica que cada vez será maior esse problema, se não houver desenvolvimento, como disse o ministro Paulo Guedes. É que mesmo com índices demográficos declinantes, o aumento da população vulnerável será um fato progressivo, especialmente no Brasil.

A situação acima na ocupação do solo é que faz potencializar os efeitos das catástrofes naturais. Elas sempre existiram. Desde os  tempos bíblicos. Hoje tem mais visibilidade por questões óbvias – a tecnologia – e porque atingem cada vez mais gente sofrida.

É claro que há vastas áreas usadas para produção de alimentos, ocupação de matas para a pecuária e extração de elementos minerais do subsolo.

Mas isso acontece em todo o Planeta, até porque os fatores básicos de produção nas economias são: natureza, capital e trabalho.

Quer dizer:

O caminho para a redução das agressões ao meio ambiente será pela via do investimento em modernos projetos de produção para a geração de riquezas e de alimentos.

Quanto à polêmica em Davos, é muito fácil pinçar uma frase do contesto de uma declaração, distorcer e fazê-la um cavalo de batalha, conforme nos convém.

É comum se querer encontrar uma unha encravada no dedinho mínimo do pé da garota símbolo do carnaval. Isso repercute e mexe com as emoções da plateia.

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ANEXO

A RESPONSABILIDADE É DE TODOS NÓS

As novas gerações vão nos odiar pelo tratamento que damos às boas intenções e ao Planeta. Maltratamos do meio ambiente e junto com ele as pessoas mais pobres.

Como em economia se tira da terra ou de alguém, resta à maioria os piores lugares para viver. Quer dizer, por questões econômicas e produção equivocada das riquezas, apenas para serem acumuladas, maltratamos a natureza e as massas de trabalho.

Só para se ter uma ideia, desperdiçamos mais de 40% dos alimentos, da água tratada e da energia. Coisa que a natureza tem de repor depois.

 

AGORA O OUTRO LADO DA MOEDA:

A MÁ OCUPAÇÃO DO PLANETA É O QUE MAIS POTENCIALIZA OS EFEITOS DAS CATÁSTROFES NATURAIS.

Como já dissemos em relação aos maus líderes que envergonharam o País, também o diremos em relação a nós. Assim que as novas gerações forem se entendendo por gente irão ficando perplexas e nos odiando pela maneira com que usamos este planeta.

Para retirar recursos naturais, alimento, água e energia e suprir o conforto da civilização, destruímos aquilo que é de todos. E a maioria das pessoas tem de ir para o ralo do meio ambiente.

A começar já na ocupação do solo pela maioria vulnerável cometemos barbaridades. Com o aumento natural da população e a má gestão da coisa pública, cometemos absurdos por falta de planejamento e previsão.

Sempre deixamos para amanhã a solução dos problemas previsíveis. Fechamos os olhos para amontoados de gente em áreas que são das águas: lagos, banhados, riachos e locais mais baixos. Tudo porque os mais influentes precisam lucrar e viver no conforto.

Resultado: assim que chove a água vai buscar seu espaço, até dentro das nossas casas.

E é bom que se diga que as catástrofes sempre existiram, o que existe, hoje, são seus efeitos atingindo diretamente as populações. Pois como invadimos o lugar da natureza, potencializam-se os estragos e sempre há muito mais repercussão.

Também é óbvio que há o efeito estufa, que vem da queima de petróleo, florestas, materiais e do desmatamento. Outra falta de consciência e de competência do homem.

E isso não é “privilégio” só do Brasil. Agora mesmo a Austrália deixou arder em chamas as maiores áreas de florestas já queimadas. Que o diga o urso koala.

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Isso sim foi porque a ganância permitiu.

INCOERÊNCIA

Dois pesos, duas medidas

Quando aconteceram as queimadas no Brasil, mais fora do que dentro da Floresta Amazônica, o Governo da Austrália pegou pesado contra nosso Governo.

Recentemente, quando quase todo o interior daquele país ardeu em chamas, colocando em risco mais de 300 espécies de animais e planas, fez de conta que tudo era normal.


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Coluna Eron J. Silva



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