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VEJA IMAGENS MÁGICAS NOS VÍDEOS DESTA REPORTAGEM E NA GASTRONOMIA TÍPICA DO SUL. Sempre tenho dito que se Deus demorou sete
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LONGOS PROJETOS SOCIALISTAS OU POPULISTAS ESTÃO AGONIZANTES – Depois da Coreia e de Cuba, falta a Venezuela


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Esta postagem foi publicada em 27 de julho de 2018 Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo.

TODOS OS PROJETOS DE PODER DE LONGO PRAZO COM BASES SOCIALISTAS/COMUNISTAS OU POPULISTAS ESBARRARAM NAS LIMITAÇÕES PARA BUSCA DA PROSPERIDADE ECONÔMICA

1 – PROJETO DO PT PRETENDIA SER O MAIS LONGO DA HISTÓRIA

Sem modéstia alguma, o PT arquitetou um plano de tamanha ambição, que tinha a pretensão de suplantar os mais longos da História: ficar no poder por mais 60 anos. José Dirceu teria sido o arquiteto principal.

Vamos a uma pequena busca histórica dos mais ambiciosos e duradouros projetos de poder ao longo da Humanidade. O primeiro poderia ser os 40 anos do povo de Moisés no deserto. Depois, o de Lenin, na União Soviética, inspirado nas teorias do pensamento de Marx: durou mais de 50 anos. Poderíamos colocar, ainda, o de Fidel Castro, em Cuba: 58 anos.

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Finalmente, o pretensioso e ambicioso projeto de poder do PT, no Brasil, iniciado com Lula, o sindicalismo e parte da igreja.

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A intenção seria a de ficar no poder por mais de 60 anos. Não contavam, porém, com o surgimento de um novo Silvério dos Reis chamado Roberto Jefferson, que denunciou o MENSALÃO.

Frustrada essa tentativa, partiu-se para o uso do Pré Sal, a dilapidação do patrimônio da Petrobrás e a contaminação generalizada com a corrupção, a propina e a gastança irresponsável em quase toda a estrutura pública. Objetivo: financiar um partidão e a formação de uma poderosa base parlamentar.

É bom que se diga que esse balcão de negócios, envolvendo a maioria dos 35 partidos com assento no Congresso, começou com FHC. Nos governos do PT, essa foi uma alternativa para a busca da consolidação de um poderoso e o ambicioso projeto dos líderes petistas.

Certa vez cheguei a dizer que o PT ainda teria tempo o suficiente para quebrar o BB, a CEF, o BNDES, a Petrobrás e, por fim, o Brasil. Quase que se concretizou a profecia. A propósito, a caixa preta do BNDES é uma bomba com potencial ainda desconhecido, porém, capaz de implodir qualquer iniciativa política do PT.

Getúlio Vargas e Monteiro Lobato certamente se remexeram no túmulo diante de tamanha agressão às estruturas que foram as meninas dos olhos deles. “O Brasil é nosso!” “O petróleo é nosso!”, são frases desses dois personagens da História Recente, que estão feridas mortalmente pela corrupção e a irresponsabilidade fiscal.

…………

2 – Projetos populistas sempre esbarram na questão econômica

Basta refletirmos um pouquinho que vamos descobrir que os longos projetos populistas ruíram devido à falta de dinheiro para financiar a ineficiência, o desperdício e a corrupção. Esbarraram sempre nas limitações que o próprio sistema cria: a inoperância, a desmotivação para a busca do sucesso pessoal e a falta de qualidade na produção.

Geralmente o populismo prioriza o paternalismo, que é um estímulo à acomodação e até à vadiagem. Desorganiza a coisa pública e leva a uma gastança generalizada.

Ao longo da História, esses projetos chegaram ao fim também por falta de viabilidade econômica ou de sustentabilidade. A rigor, funcionaram muito bem enquanto a propaganda os manteve. No Império Romano a fome foi uma das causas do seu fim: havia tesouros, força militar e vastidão territorial. Faltou comida (o combustível da época) até para o transporte dos exércitos. O método “pão e circo” não foi o suficiente para manter o povo indiferente e calmo.

No projeto de Moisés, depois da travessia do Mar Vermelho, o povo comeu Manah, que nada mais era do que pólen da tamareira, supostamente vindo dos céus. Era encontrado nos rudes tecidos das barracas que o capturava dos ventos. A terra prometida não veio e o povo se dispersou. É um teor bíblico muito importante para reflexão e para reforçar o temor a Deus. Até bem pouco o homem só não foi mais cruel por temer o fogo do inferno, nem tanto por temer a polícia, o juiz e a cadeia.

Em Cuba, o projeto de Fidel Castro foi muito bem enquanto a União Soviética deu a mesada anual. Afinal, a Ilha era uma vitrine comunista no Ocidente. É claro que houve o lado bom: um avanço na Saúde, na Educação e no capital intelectual. Mas, não bastou para sobreviver à influência do livre mercado. Sempre é bom frisar que o ser humano é um inconformado por natureza. Também quer ser feliz, diverti-se, enfim, conseguir a realização pessoal.

Também foi por falta de sustentabilidade econômica que o muro caiu na União Soviética. O projeto era mantido em pé com a força das armas (a URSS era uma prisão) e as ogivas ameaçavam o mundo. Intimidação total através do poderio do Exército Vermelho. No fim, teve de ceder às leias de mercado. Seu lado bom foi que manteve a integridade da Rússia, as reservas e produziu um considerável patrimônio intelectual.

No Brasil, com o projeto do PT, não foi muito diferente. Os custos para manter o pão e circo (tipo Copa do Mundo e Olimpíadas) e os programas miraculosos oferecendo tudo de graça, não tinham a necessária fonte de recursos para financiá-los. Isso, em parte, levou a um déficit monumental nas contas do Governo Central, conseqüentemente, às pedaladas fiscais, um dos itens da fundamentação do pedido de impeachment da Presidenta Dilma.

Eron Portal.

3 – O Comentário do Eron – Projetos populistas sempre esbarram na questão econômica

Esse caos que se instalou no Brasil, com o déficit nas contas públicas, que em 2019 ficará ente R$150 e R$200 bilhões, foi resultado dos governos populistas que tentaram se perpetuar por aqui. Aconteceu o que aconteceu: caíram devido à gastança e a desordem na economia.

Uma reflexão histórica:

Basta refletirmos um pouquinho que vamos descobrir que os longos projetos populistas ruíram devido à falta de dinheiro para financiar a ineficiência, o desperdício e a corrupção. Esbarraram sempre nas limitações que o próprio sistema cria: a inoperância, a desmotivação para a busca do sucesso pessoal e a falta de qualidade na produção.

Geralmente o populismo prioriza o paternalismo, que é um estímulo à acomodação e até à vadiagem. Desorganiza a coisa pública e leva a uma gastança generalizada.

Ao longo da História, esses projetos chegaram ao fim também por falta de viabilidade econômica ou de sustentabilidade. A rigor, funcionaram muito bem enquanto a propaganda os manteve. No Império Romano a fome foi uma das causas do seu fim: havia tesouros, força militar e vastidão territorial. Faltou comida (o combustível da época) até para o transporte dos exércitos. O método “pão e circo” não foi o suficiente para manter o povo indiferente e calmo.

No projeto de Moisés, depois da travessia do Mar Vermelho, o povo comeu Manah, que nada mais era do que pólen da tamareira, supostamente vindo dos céus. Era encontrado nos rudes tecidos das barracas que o capturava dos ventos. A terra prometida não veio e o povo se dispersou. É um teor bíblico muito importante para reflexão e para reforçar o temor a Deus. Até bem pouco o homem só não foi mais cruel por temer o fogo do inferno, nem tanto por temer a polícia, o juiz e a cadeia.

Em Cuba, o projeto de Fidel Castro foi muito bem enquanto a União Soviética deu a mesada anual. Afinal, a Ilha era uma vitrine comunista no Ocidente. É claro que houve o lado bom: um avanço na Saúde, na Educação e no capital intelectual. Mas, não bastou para sobreviver à influência do livre mercado. Sempre é bom frisar que o ser humano é um inconformado por natureza. Também quer ser feliz, diverti-se, enfim, conseguir a realização pessoal.

Também foi por falta de sustentabilidade econômica que o muro caiu na União Soviética. O projeto era mantido em pé com a força das armas (a URSS era uma prisão) e as ogivas ameaçavam o mundo. Intimidação total através do poderio do Exército Vermelho. No fim, teve de ceder às leias de mercado. Seu lado bom foi que manteve a integridade da Rússia, as reservas e produziu um considerável patrimônio intelectual.

No Brasil, com o projeto do PT, não foi muito diferente. Os custos para manter o pão e circo (tipo Copa do Mundo e Olimpíadas) e os programas miraculosos oferecendo tudo de graça, não tinham a necessária fonte de recursos para financiá-los. Isso, em parte, levou a um déficit monumental nas contas do Governo Central, conseqüentemente, às pedaladas fiscais, um dos itens da fundamentação do pedido de impeachment da Presidenta Dilma.

……………..

4 – Contribuição que chegou ao site : Governos populistas duram até acabar o dinheiro dos outros

Apesar de que não o eronportal.com.br não necessariamente esteja concordando em tudo, o fato é que a reflexão a seguir que nos chegou aqui merece sua análise também. Veja:

Você sabe quantos países com governo socialista restam agora em toda a União Europeia?

Apenas 3:

1. Grécia

2. Portugal

3. Espanha

Os três estão endividados até o pescoço….

Eis as razões, segundo definições clássicas de MARGARETH THATCHER:

“O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros”.
“É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade”.

“Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber”.(quem se habilita?)

“O governo não pode dar para alguém aquilo que tira de outro alguém”.

“Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação”.

Visão típica desses sistemas de governo: milhões de pessoas dependendo do seu trabalho. Ele precisa financiar o Fome-Zero, Bolsa-Escola, o Bolsa-Família, o Bolsa-Cota, do Auxílio-Reclusão, ou seja: os bolsas dos que recebem, sem trabalhar. Ainda, os Vales: Leite, o Vale-Gás, em fim, os Vale-Tudo….!

Raúl Modesto Castro Ruz  (Birán, 3 de junho de 1931) é um político e revolucionário cubano. Ocupou a posição de presidente do Conselho de Estado da República de Cuba de 24 de fevereiro de 2008 até 19 de abril de 2018. Ele é o irmão mais jovem do ex-presidente cubano Fidel Castro, e ocupa os seguintes cargos: vice-presidente do Conselho de Ministros, primeiro vice-presidente do Conselho de Estado de Cuba, vice-secretário do Politburo e do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba (PCC), e Supremo General das Forças Armadas (Exército, Marinha e Força Aérea), e atual primeiro na Chefia de Comando.

Em 31 de julho de 2006, Raúl Castro assumiu o cargo de presidente do Conselho de Estado durante a transferência temporária de poder em virtude da enfermidade de seu irmão, Fidel Castro, cargo que viria a assumir com plenos poderes a 24 de fevereiro de 2008, mantendo-se no cargo até abril de 2018.

Como combatente do exército rebelde, tomou parte da campanha de Sierra Maestra, a27 de fevereiro de 1958 e foi nomeado comandante e teve como missão cruzar a antiga província de Oriente, liderando uma coluna de guerrilheiros, para abrir a “Frente Este Frank País” até o noroeste.[3]

Em junho de 1959, frente aos bombardeios da aviação cubana, equipada com armas estadunidenses, ele responde com a “Operação Antiaérea” e sequestra vários cidadãos estadunidenses, inclusive militares. O objetivo era acabar com os bombardeios de Sierra Maestra que têm um impacto mortífero para as forças rebeldes e para a população civil da região. A operação é exitosa. O Washington Post e o Times Herald evocam “o tratamento digno de um rei” do qual se beneficiaram os reféns. “Os militares estadunidenses foram tratados tão bem, e foram tão convencidos pelos argumentos dos rebeldes, que vários deles desejavam ficar e lutar contra Batista”. “Uma figura extraordinária, esse Raúl Castro”, escreve de sua parte a revista estadunidense Time, citando um refém, e completa que o jovem comandante “desejava dar uma lição em Washington.


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Coluna Eron J. Silva



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