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GOVERNOS ANTERIORES E OS ERROS ESTRATÉGICOS – Não perceberam queda na demanda por moeda com estabilidade, cartão, pagamentos e transferências eletrônicos.


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Esta postagem foi publicada em 7 de maio de 2018 Administração, Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo, Política.

 

ESTABILIDADE MONETÁRIA, DINHEIRO DE PLÁSTICO E PAGAMENTOS ELETRÔNICOS SÃO FATORES DE REDUÇÃO NA DEMANDA POR MOEDA.

Resultado foi que a Casa da Moeda vive, hoje, seu pior momento.

Preocupado com redução de gastos e com estatais deficitárias, o atual Governo percebeu logo que o problema da  nossa fábrica de dinheiro era a demanda estável, a modernidade tecnológica e o altos custos fixos. Com isso, a Casa da Moeda chegou a ser incluída entre as estatais a serem privatizadas.

Provavelmente os governos FHC, Lula e Dilma cometeram um erro estratégico: o pensamento velho e burocrático em tempos de revolução 4.0. Não perceberem que o mundo mudou, que graças à tecnologia tudo é inteligente, que usamos mais o dinheiro de plástico (o cartão de crédito e débito) que dinheiro vivo, que se paga quase tudo eletronicamente, que se faz transferências online de dados, números e de dinheiro, e que a demanda pela moeda vai ser cada vez menor também porque vivemos uma estabilidade monetária.

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Se a demanda é cada vez menor, ainda por cima eles aumentaram a capacidade de produção com a modernização da produção de dinheiro, como se estivéssemos nos velhos tempos. A partir de 2010 teve início a modernização e foi investido quase R$1 bilhão na automação da nossa fábrica de moeda, sem se preocupar com a redução dos custos fixos. Dinheiro posto fora, pois já estamos entrando na  Revolução 4.0.

Percebendo o problema, o atual Governo vem falando no assunto há quase um ano. Tanto que pensou em privatizar a produção do dinheiro. Já iniciou um programa de demissão incentivada para reduzir 500 dos cerca de 800 servidores do setor.

Como no Brasil, reduzir mão de obra no setor público e estatais é um processo difícil e limitado por Lei, para a Casa da Moeda se tornar mais competitiva e captar encomendas no exterior não será fácil. É um processo demorado. Devido aos atuais custos fixos da nossa produção, o dinheiro que o Brasil compra lá fora chega aqui, com transporte e tudo, 20% mas barato.

Mesmo assim, para tentar equilibrar suas contas, a Casa da Moeda procura mercado no exterior, mas, certamente irá esbarrar na falta de competitividade, coisa que deve estar tentando resolver. Tanto que o Brasil já produziu dinheiro para a Argentina e a Venezuela.

ALGUNS DADOS IMPORTANTES

A nossa Casa da Moeda é uma estatal vinculada ao Ministério da Fazenda e está localizada na Zona Oeste do Rio de janeiro. Tem 324 anos de história e agora com a modernização tem capacidade de produzir até R$4 bilhões de dinheiro.

Só que a necessidade deste ano, por exemplo, é de cerca de R$400 milhões, devido à baixa demanda. Além da estabilidade monetária, usamos cada vez menos dinheiro convencional e sim mais o cartão de créditos e débito e a tecnologia para transferências e pagamentos.

A nossa instituição que fabrica dinheiro já operou durante 24 horas, em três turnos, mas era nos tempos da hiperinflação e da velha cultura financeira, sem o brutal avanço tecnológico também na transferência de dados, de pagamentos e de dinheiro.

Hoje a Casa da Moeda opera em turno único e quase 80% de sua capacidade é ociosa. No departamento de moedas metálicas esse índice é maior ainda.

Com isso, a Casa da Moeda vive seu pior momento, pois devido ao exposto anteriormente, em 2017 obteve um prejuízo de R$118 milhões. Sua receita foi de pouco mais de R$960 milhões e seu custo fixo chegou a R$1,146 bilhão.

Com isso, o seu custo de produção é 20 % superior ao do mercado externo. O Governo deve ter percebido esse custo em 2016 ao importar R$100 milhões de moedas. Agora acaba de abrir uma concorrência internacional para comprar mais R$200 milhões em moedas. A Casa da Moeda vai participar, mas dificilmente levará, devido ao seu custo operacional elevado.

SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

A fabricação de dinheiro em países come Reino Unido, Suécia e Canadá é privada. Em toda a América Latina é privada. Nos Estados Unidos e no Brasil é pública. Contudo a segurança no Brasil é ótima! Há cerca de 20 elementos de segurança, tipo marca d’água. Alguns são mantidos em sigilo do grande público por medida de segurança contra falsificação.

A preocupação, até o governo Dilma, em manter o setor como público, deve ter sido devido o sigilo. A preocupação de quem é contra a sua privatização é justificado com o risco de cópia da matriz. Mas, quem defende a privatização lembra que hoje há muitos meios seguros para controlar a produção do dinheiro e evitar o vazamento de informação.

 


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Coluna Eron J. Silva



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