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PÚBLICO TAMBÉM FOI ATRAÇÃO NA 2ª NOITE DO FESTIVAL “UMA CANÇÃO PARA CRICIÚMA”/SC – O espetáculo faz parte das comemorações dos 140 anos da cidade.

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LANÇADA NOVA FRENTE PARLAMENTAR – A do Agronegócio, Turismo Rural e Cultura Tradicionalista.

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Foi nesta quarta, 13, na ALESC, reunindo representantes destes importantes setores do bem sucedido modelo produtivo catarinense. Na mesa dos trabalhos
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MUNICÍPIOS SÃO UM FARDO A MAIS PARA O CIDADÃO – Mas só enxugando a folha da Prefeitura e da Câmara já não é preciso incorporação.

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BASTA SUBSTITUIR O LEGISLATIVO POR UM CONSELHO SEM SALÁRIO QUE REDUZ O QUADRO E MELHORA O RESULTADO. OPINIÃO Quando as câmaras de
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TÉCNICO DE FUTEBOL ATÉ PARECE MINISTRO DA EDUCAÇÃO: SE O APARELHAMENTO IDEOLÓGICO, OS MANISFESTANTES E OS GREVISTAS RESOLVEREM, DERRUBAM. Como é
INCORPORAÇÃO DE PEQUENOS MUNICÍPIOS REPERCUTE NOS ESTADOS – Deputado Jerry Comper, da comissão de assuntos municipais/SC é contra.

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EDUARDO BOLSONARO FAZ PALESTRA EM CRICIÚMA/SC – Foi uma viagem na História, da velha França ao Brasil de Jair Bolsonaro.

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A PROMOÇÃO E A ORGANIZAÇÃO FOI DA EQUIPE DA COALIZÃO CONSERVADORA LOCAL. O PRIMEIRO COMPROMISSO PÚBLICO OFICIAL DA NOITE FOI UMA

ENTREVISTA ESPECIAL COM JULIANO POLESE, PREFEITO EM EXERCÍCIO DE LAGES/SC: “minha maior realização foi ter outra oportunidade para contribuir na melhoria da vida das pessoas”.


Polese
Esta postagem foi publicada em 29 de janeiro de 2019 Administração, Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo, Política.

“NOSSA RESPONSABILIDADE É DEIXAR PARA A PRÓXIMA GERAÇÃO UMA SITUAÇÃO AMBIENTAL MELHOR DO QUE A QUE RECEBEMOS”.

Essa foi mais uma de suas reflexões. Acerca do desafio do homem público para gerenciar a produção de comida e riquezas, sem agredir o meio ambiente.

Polese falou sobre a oportunidade de, tão jovem, exercer a função de prefeito e sobre vários assuntos, com ênfase para a expectativa da administração em relação aos novos governos, valor nominal crescente do custo do custeio da Previdência Municipal e meio ambiente.

VEJA:

polese

ERON PORTAL – Qual foi o maior desafio nesses 30 dias como prefeito em exercício?

JULIANO POLESE – Foi gerenciar pessoas, pois cada um tem ambições, vontade e aspirações. Isso em relação ao servidor e à população.

EP – Hoje, qual o maior problema da Prefeitura?

JP – Fazer o projeto do Complexo Ponte Grande andar até o fim. Começou no Governo Renatinho, passou pelo de Elizeu Mattos e o recebemos paralisado, até com desistência de empreiteira. Resolvemos a questão burocrática, o reassentamento de famílias atingidas e reiniciamos as obras. Na função de vice-prefeito eu também contribuí para a solução.

EP – O que foi mais gratificante na condição de prefeito em exercício?

JP – Poder concluir algumas ações que já estavam em andamento e iniciar outras. E dar continuidade normal à Administração, tanto que no período foram anunciados dois novos investimentos.

EP – O que mais o tem realizado no exercício do cargo de prefeito?

JP – É poder fazer coisas que ajudem a resolver a vida das pessoas. Como vice-prefeito já tive essa satisfação, pois com minha identificação com o esporte participei ativamente da realização de dois Brasileiros de Vôlei (MF) e da realização de uma das maiores edições dos Jogos Abertos.

polese

EP – Qual o seu futuro político?

JP – A política tem peculiaridades imprevisíveis, por isso gente sempre deve estar atento. O que faço é estar preparado para encarar eventuais novos desafios que por ventura venham.

EP – Por que não foi candidato nas últimas eleições?

JP – Na verdade nem tive essa aspiração. Até disseram que eu era candidato. Mas a decisão interna do partido era o Lucas Neves como candidato a deputado estadual e o Luiz Marin como candidato a deputado federal. Eu tenho o mandato de vice até 2020.

EP – Qual sua preocupação com a Previdência Municipal? Cresce o valor nominal do seu custeio e cai a contribuição?

JP – O grande problema é que se inverteu a pirâmide da previdência nas três esferas públicas e no setor privado. Antes a população era de mais jovens, hoje é de mais idosos devido à longevidade com a nova expectativa de vida. E os novos empregos são muitos de patrão de si, com a empresa individual. Se todos contribuíssem como deveria, tudo bem, só que nem sempre é assim. Logo, a conta não está  fechando mais.

EP – Qual sua expectativa em relação aos dois novos governos, o do Estado e o da União?

JP – É imprevisível. Mas acredito numa relação positiva. Sou otimista por convicção. Um relacionamento construtivo é bom porque isso reflete na Prefeitura, na cidade e na população.

EP – Como espera que seja a relação com o Governo do Comandante Moisés?

JP – Acredito que será normal e muito boa. O seu Governo é novo, por conseqüência, inexperiente em relação à mecânica da máquina. Mas está tomando pé da situação, tem vontade e o compromisso de acertar. Nós dependemos de alguns repasses de direito e um bom encaminhamento deve ser também a vontade do novo governador. Até mesmo de estabelecer novas parcerias.

EP – O que houve com os convênios com o H.N.S. dos Prazeres, o Infantil e para o atendimento cardiológico?

JP – Ainda não temos um posicionamento do Estado. O novo Governo pediu 90 dias para decidir. Nossa expectativa é boa. Até porque o Estado deve ter compromisso com a segurança da saúde da população.

polese

EP – Qual sua visão sobre a relação geração de riquezas e alimentos – meio ambiente, num mundo em que há crescimento demográfico, bolsões carentes de alimentos, concentração de riqueza e o Brasil com o potencial de celeiro do mundo?

JP – Nosso desafio é equacionar as coisas e aproveitar as oportunidades que nosso potencial oferece. Mas, nossa obrigação é deixar para a próxima geração uma situação ambiental melhor do que aquela  que recebemos.


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Coluna Eron J. Silva



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