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EDITORIAL – Nosso negócio não é a indústria tradicional, é a sem chaminé: Turismo e a inovação.


CAPA DUQUE
Esta postagem foi publicada em 22 de fevereiro de 2018 Destaques 3, Notícias em Destaques Slide Topo.

Precisamos atrair gente para transformar em riquezas nosso potencial. Nosso negócio é a indústria sem chaminé com o turismo e a inovação. O modelo ideal é criarmos a cultura do empreendedorismo profissional, voltado para o trabalho e o conhecimento. Temos belezas naturais, clima diferenciado, gastronomia típica, cultura e história. Mas, apesar dos investimentos do poder público em bons equipamentos artificiais e diferenciais urbanos, tudo é iluminado para o silêncio da noite. Não há massa consumidora para nossos atrativos. Etão, o desafio é trazer gente par cá.

Para começar, precisamos equacionar a questão da logística, onde entra a BR-282. Não somos a favor do pedágio, muito menos da privatização de qualquer bem público sem a devida compensação. Mas essa vai ser a saída para a solução dos problemas da logística da Serra, para a segurança na BR-282 e para o governo evitar mais gastos. Essa rodovia será fundamental para alavancar o turismo de serra.

Ocorre que, sem dinheiro, o Governo Federal vai ter de recorrer às concessões para duplicar, revitalizar ou construir suas rodovias. E a BR-282 é um desses casos. Até será difícil conseguir uma proposta por questão de baixa demanda.

E do jeito que vai, a concessão será a única forma de salvar a rodovia e Lages. É que assim que for concluída a duplicação e a concessão da BR-470, o tráfego do Oeste que passa por Lages irá para o Vale do Itajaí. Aí, vamos sentir um baque em nossos serviços.

E é ai que está o X da questão para alavancar a economia com um novo eixo na indústria sem chaminé: o turismo e a inovação.  Para a demanda na BR-282 há algumas saídas: incentivar o turismo de serra integrado os municípios que já têm essa atividade consolidada é uma delas.

Seria o circuito entre a Serra do Rio do Rastro, Bom Jardim da Serra, Urubici, São Joaquim, Urupema e Lages. O desafio é atrair gente para consumir nossas belezas naturais, os produtos típicos e viver a energia a tranqüilidade do lugar.

Então, investir em projetos que nos fortaleçam como um novo destino turístico, em eventos e em equipamentos artificiais atrairia gente. Seria tipo a Plataforma de Vidro e o Teleférico, na Serra do Rio do Rastro.

Outra atração seria a Coxilha Rica, onde poderia ser construída uma estrutura para eventos junto à natureza. Já está saindo um asfalto até lá e temos a ferrovia para transportar a estrutura de shows e até veículos e gente.

Uma Linha da Maria Fumaça, do aeroporto em Correia Pinto até lá, seria outro projeto de futuro. Agradaria por ser uma viagem inesquecível e cinematográfica, um passeio ao passado.

Equipamentos como os três acima (Plataforma, Teleférico e a Maria Fumaça) atrairiam gente do mundo inteiro. Como já temos o que Deus nos deu: uma natureza incomum, clima e localização adequada seria um salto. Faltaria criarmos mais um grande evento como fez o RS, que criou o Festival de Cinema de Gramado.

É aí que entra a questão da força política da representação. Este ano temos eleição e o desafio do voto regional que nos fortalece. Eleger gente comprometida com algumas bandeiras pelo desenvolvimento é o melhor caminho.

Entidades como a ACIL, CDL e AMURES são instrumentos importantes para mobilizar lideranças em torno de nossos candidatos. Já fizemos isso no passado e até dobramos a representação, além de chagar ao Centro Administrativo com um governador. Mesmo que no caso do poder estadual também tenha ocorrido por circunstâncias diversas.

Vale destacar que a partir de agora o consumo no turismo será o da tranqüilidade, de lugares longe da correria e da violência das áreas urbanas. Também a preferência vai ser dada vez mais por destinos onde o turista não dependa de tanta mobilidade urbana.

Só um problema é crônico entre nós: o capital para nosso desafio de buscar novas massas consumidoras. Temos potencial, bons equipamentos, belezas naturais e clima único no País, mas, geralmente tudo é iluminado para o silêncio da noite. Quer dizer: falta gente para consumi-los, para vivê-los

Agora teremos um centro de cidade dos mais bonitos do Estado. O Mercado Público vai ser revitalizado. Investimentos estão chegando como a fábrica de madeiras que está dentro da vocação de nossa cadeia produtiva florestal.

Agora temos um aeroporto que logo entra em operação, novos empreendimentos hoteleiros iniciados, temos as fazendas de turismo rural que só precisam de mais profissionalização e de nova mentalidade, cultura, história e uma gastronomia que encanta todos os que aqui chegam. Está pronto, então, o cenário para o turismo de serra.

Precisamos entender, no entanto, que o nosso negócio não é a indústria pesada poluidora. Talvez apenas a indústria de inovação e a da madeira é que seriam as mais adequadas. Está escrito: a atividade que deveremos perseguir, a mais indicada e dentro de nossa vocação, é a indústria sem chaminé: o Turismo e a inovação.

bondinho


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Coluna Eron J. Silva



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