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FESTA DE COLOMBO – Lançada pré-candidatura ao Senado e sinalizada coligação ao Governo do Estado


Esta postagem foi publicada em 10 de abril de 2018 Notícias em Destaques Slide Topo.

Gilberto Kassab: Presidente nacional do PSD e Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações do Brasil

Festa de colombo sinaliza coligação para o Governo do Estado e ex-governador é lançado pré-candidato ao Senado.

Presidentes de cinco partidos, inclusive Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, prestigiaram a festa de comemoração dos mais de sete anos de Raimundo Colombo como Governador. O ministro Gilberto Kassab não deixou o Governo Temer, por isso não será candidato a cargo eletivo.

A festa foi realizada na manhã do sábado, dia 07, na Pousada Rural do Sesc.

6-1

Gelson Merisio, presidente estadual do PSD e pré-candidato o governo, a deputada Carmem Zanoatto, presidente estadual do PPS, Paulo Bornhausen, presidente estadual do PSB e Esperidião Amin, presidente estadual do PP foram os presentes de partidos que deverão estar juntos numa coligação para o Governo do Estado.

Dois nomes chamaram a atenção, o de João Paulo Kleinubing, que agora está no DEM e o ex-deputado Julio Garcia, que está de volta ao PSD e será candidato a deputado estadual.

O principal bate boca durante o evento foi entre Júlio Garcia e Gelson Meizio. Garcia disse que Merisio é um candidato que não agrega. Já Merísio anunciou que todo aquele que estiver ocupando cargo no Primeiro Escalão do Governo do Estado e que não desembarcar será afastado do partido.

O Secretário da ADR de Lages, João Alberto Duarte, disse que segue a orientação de seu líder maior, Raimundo Colombo e anunciou que permanece. “O presidente Gelson Merisio que  fique à vontade para me afastar”, disse João Alberto.

ANEXO

8

Bate boca: Garcia detona Merisio

Garcia diz que alguma coisa está errada. Por que alguém que é mais fraco que Merídio iria lhe apoiar como candidato da coligação?

O ex-deputado Júlio Garcia que está voltando agora ao PSD e deve se candidatar a deputado estadual, teceu duras críticas ao pré-candidato do PSD, Gelson Merídio.  Disse que estava faltando alguém dentro do partido que falasse a verdade.

Ele, que esteve na festa do PSD, neste sábado, disse que não representa nenhum grupo dentro do partido.

“Eu apenas considero que o pré-candidato não é competitivo e o processo está sendo conduzido de forma errada. Acho que primeiro nós temos de ter um projeto para SC para depois fazer a coligação. Se não, será apenas um ajuntamento”.

Para ele, um líder que preza seus liderados, não age assim. “Primeiro precisa ouvir seus liderados para depois tomar uma decisão. Não tem coligação ideal sem ouvir aqueles que vão fazer a campanha depois.”

Garcia é taxativo ao afirmar que o PSD não tem hoje um nome forte:. “Nós vamos ter de apoiar um candidato de uma coligação. Mas, primeiro tem de ter um projeto e a decisão não pode ser de cima para baixo, mas de baixo para cima.”

Nega que tenha vindo para o PSD com uma missão de designada pelo próprio governador Raimundo. Fala que nunca conversou com Raimundo sobre isso.

“Mas não tem lógica: como um candidato que é mais forte que ele, como Esperidião, vai apoiar Merísio que é mais fraco? Tem ainda o Paulinho, do PSB. Por que ele apoiaria o Merísio? Tem alguma coisa errada nisso que eu não sei o que é. Vou tentar descobrir e alertar todos os companheiros.”

Ao ser questionado pela sua defesa do nome de João Rodrigues, Júlio Garcia justificou dizendo que “João Rodrigues era um líder. Ele liderava. O que aconteceu é que perdemos a possibilidade de tê-lo como candidato”.

 

Na manhã de sábado o centro de eventos da Pousada Rural do Sesc esteve em festa. Foi realizada lá a comemoração dos mais de 7 anos de mandato do ex-governador  Raimundo Colombo.

O evento foi a partir das 10 h da manhã no quilômetro cinco da SC 114 – Lages Otacílio Costa.

Confirmou-se a expectativa do partido e da assessoria do ex-governador que esperavam a presença de centenas de amigos e de lideranças de todo  Estado  de SC. E o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, prestigiou o evento.

O PSD lançou a pré-candidatura de Raimundo Colombo para o Senado. Um fator que pesa para qualquer político que deixa um mandato executivo, além de se manter na cena política, é que o mandato eletivo garante o foro privilegiado. Esse foro dá mais segurança ao exercício da vida pública, de um mandato e também disciplina o rito e a forma de responder a qualquer acusação.

 

 

 

1

Esperidião e prefeito Ceron, ao fundo Milton Hobus

2

Amin ladeado por Sandro Anacleto e Juliano Polese

 

4

Colombo e deputada Carmem Zanotto, presidente estadual do PPS

5

Pré-candidato Gelson Merisio a governador prestigiou evento.

6-1

Paulinho Bornhausen, presidente estadual do PSB

 

7-1

João Paulo Kleinübing representou o DEM

Entrega da carta renúncia na Alesc

 

ANEXO

Com festa em Lages, Colombo assume comando do projeto do PSD

Embalado por uma festa com 2 mil pessoas em Lages, o ex-governador Raimundo Colombo assume a partir de agora o papel de liderar a construção do projeto político do PSD. Esse é resumo que se pode extrair após as falas, presenças e ausências que marcaram o evento realizado pelo partido no sábado para celebrar sua maior liderança.

Hoje, o PSD está dividido em duas posições claras e antagônicas. O deputado estadual Gelson Merisio é o pré-candidato ao governo e conta com o endosso da maior parte da bancada estadual. De outro lado, o ex-deputado estadual Júlio Garcia lidera os que não acreditam na viabilidade de Merisio e defendem apoiar um nome de outro partido. Colombo, ao seu estilo, aponta um meio-termo nesse fogo cruzado.

Em seu discurso em Lages, o ex-governador defendeu o esforço de Merisio para consolidar o projeto de candidatura com PP, PSB, PDT, PRB e outras siglas. Disse que o fortalecimento da pré-candidatura do correligionário é o caminho a ser trilhado em “abril, maio, junho e julho”. Ou seja, até a hora das convenções. Em Florianópolis, quinta-feira passada, ele já havia falado em tom semelhante, quando disse que às vésperas das convenções os grandes partidos voltariam a conversar. Colombo tem o brevê para fazer essa condução. Presidente licenciado do PSD nacional, o ministro Gilberto Kassab estava em Lages e deixou claro.

— Você nos lidera aqui. Lidera seu partido, lidera os partidos aliados, para nos levar ao melhor caminho. Ao caminho que nos una.

Merisio praticamente repetiu Kassab. Disse que Colombo ganhava ali a missão de “liderar um processo vitorioso para o governo do Estado”. Arriscou um tom conciliador, em que citou como grandeza “o direito de as pessoas pensarem de forma diferente” e disse que o projeto do PSD não tem espaço para projetos pessoais ou imposições partidárias.

Estavam no palanque Esperidião Amin (PP) e Paulo Bornhausen (PSB), que leu carta do pai, Jorge Bornhausen, padrinho político de Colombo. Amin brincou que o número 55 do PSD é múltiplo do 11 do PP – indicando a raiz da sigla aliada. Praticamente todos ali começaram a carreira no antigo PDS. Numa farpa ao PMDB, Amin e Merisio disseram estar “em boa companhia”.

Depois de indicar que estaria presente, o governador Eduardo Pinho Moreira (PMDB) decidiu ficar em Florianópolis e não pisar no mesmo palanque que Amin. O PMDB acabou representado por Cleonir Branco, aliado fiel de Luiz Henrique da Silveira em Joinville. O ex-governador, morto em 2015, foi lembrado por Colombo como “quase um irmão” fiador de uma aliança importante para o partido chegar ao governo do Estado por duas vezes. O ex-governador enfatizou que não seria oportunista de negar agora esse fato e que se o PSD partir para uma nova aliança, será “com a mesma decência”.

— Talvez o que falta na política seja um pouco mais de fio de bigode para honrar os compromissos assumidos na hora fácil.

A assessoria de Colombo publicou a carta de renúncia entregue ontem (5) ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Aldo Schneider. Entre outras manifestações, deixou uma mensagem sobre as realizações do seu Governo e deixa clara a decisão de ser candidato a um novo cargo.

Publicaremos agora o trecho final da carta:

Disse Colombo: “Durante o mandato como governador, observei que podem ter catarinenses que aprovam e concordam com o Governo e que podem ter catarinenses que não aprovam. Podem ter catarinenses que gostam do que a gente fez e podem ter catarinenses que não gostam do Governo.

Mas tenho certeza absoluta de que todos os catarinenses têm orgulho do nosso Estado e isso é o maior presente para um governante. Não tem presente maior do que a pessoa perceber que está vivendo na hora certa, no lugar certo e que tem orgulho e alegria de ser catarinense.

Nos últimos sete anos aprendi muito. Conheci pessoas especiais, presenciei momentos de superação, idealismo e dedicação que jamais vou esquecer.

Fortaleci ainda mais minha convicção do valor e da importância da fé, de tratar bem as pessoas, de compreender com o olhar, de ouvir mesmo no silêncio, de respeitar a timidez que não é omissão e valorizar o bem e principalmente as pessoas de bem.

Me entrego a uma nova caminhada consciente de todos os riscos mas com a certeza de que posso contribuir. Eu me sentiria envergonhado e fraco se não tivesse a coragem de me colocar outra vez a disposição. É meu dever participar dessa luta. É meu dever lutar esta batalha.”

 


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Coluna Eron J. Silva



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