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Cordioli é pré-candidato a deputado federal


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Esta postagem foi publicada em 5 de fevereiro de 2018 Destaques 3, Notícias em Destaques Slide Topo.

 

O Juiz aposentado compulsoriamente por sanção disciplinar, Fernand Cordioli Garcia, é pré-candidato a deputado federal, faltando apenas definir o partido no prazo legal.

Ele nos anunciou formalmente essa decisão nesta semana, em entrevista que nos concedeu sobre o cenário político atual. Na oportunidade, ele também nos falou sobre o que espera de positivo para o País com as eleições deste ano.

Inicialmente procuramos saber por que a decisão de ingressar na política e já como pré- candidato a deputado federal. Disse que a intenção era apenas a de contribuir com algum partido, já que agora dispões de tempo e quer ser mais útil à Sociedade.

Como acabou surgindo o convite para ser logo candidato, optou por uma eventual candidatura a deputado federal. Investido nessa função acredita que poderá contribuir em muito para uma política bem melhor, além de ajudar a resolver importantes questões de interesse público.

Um Parlamento mais independente

Questionamos sobre o que considera ideal para que o Parlamento atenda plenamente aos anseios da comunidade, ele citou três aspectos principais que poderiam representar avanços no exercício de um mandato.

O primeiro seria lutar para o Congresso deixar de só estar a serviço do Executivo. Deputado e senador não podem agir como funcionários do presidente da República.

Mas acredita que não será possível, de uma hora para outra, mudar uma cultura legislativa. Nem os futuros eleitos de certos partidos deverão ter a ilusão de chegar emplacando leis e mudando práticas e conceitos.

Mas acredita que alguns parlamentares a serem eleitos na próxima eleição irão sair com o respaldo suficiente para começar a fazer algo novo, diferente.

Um deputado pode participar da mecânica legislativa, mas, também se notabilizar por ser uma espécie de fiscal das obras e ações do Executivo. Também pode cobrar explicações para a morosidade tradicional reinante na vida pública.

Para ele, o parlamentar deve abandonar um pouco a redoma dos gabinetes, plenários e palácios. Deve, também, ir a campo de equipamentos em mãos para comprovar irregularidades e atrasos e denunciá-los. Assim procedendo, não será mais um deputado ausente e enclausurado em um mandato.

Um segundo pilar seria fortalecer tudo aquilo que representar a comunidade. A começar pelo fortalecimento dos Observatórios Sociais, ONGS e das entidades representativas da Sociedade Civil organizada.

Todas as organizações passariam a exercer enorme poder de pressão se contassem com o apoio do gabinete de um deputado, disse ele.

Mas explicou que copiaria o que os deputados atuantes já fazem. Valorizaria a mídia regional e a base das comunicações sociais eletrônicas, como os blogueiros, seus comentaristas e o próprio internauta do bairro.

Um terceiro ponto seria resgatar para a Sociedade a propriedade do mandato. O parlamentar não deve ter a presunção da propriedade do mandato. Ele é apenas o ocupante de uma função temporária em nome do povo.

Não será mais admissível que um parlamentar saia nomeando parentes, amigos e eventuais financiadores de campanhas. Para indicar assessores, teria de observar critérios técnicos, currículos, notório conhecimento, antiguidade na função e observar a moralidade, a transparência e banir por completo o maléfico tráfico de influência.

 


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Coluna Eron J. Silva



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