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HISTÓRIAS FANTÁSTICAS DO SUL – Saiba parque a lua se escondeu da namorada do cara. Você vai dar gaitadas de riso.


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Esta postagem foi publicada em 4 de janeiro de 2020 Administração, Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo.

A lua se escondeu de vergonha, ante a beleza da prenda. E o reflexo da canoa pelas frestas da ponte de madeira.

……..

No tempo de namoro, o xiru e a guria no banco da praça.

 

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Numa daquelas a lua sumiu atrás de uma nuvem.

Ela: ói lá gaúcho meu, a lua se sumiu de repente! Por que será?

Ele: Minha china, deve ter sido por decepção ante tua formosura!…

 

Fim de semana, passeando pelo pampa, bem no meio de uma ponte de madeira, cheia de frestas:

Ela: meu gaudério, quero ir ao banheiro, e agora?

Ele: não tem problema, chê, faço um biombo com meu pala e meu peito e tu faz xi xi ai mesmo que ninguém te vê.

Olhando o rio lá embaixo, pelas frestas da ponte:

Ela: ói lá meu xiru, tem gente lá embaixo, to vendo uma pequena embarcação!

Ele: nada disso, prendinha. Foi eu que mandei vir um barquinho para te salvar, caso tu caísse lá!

………

Cinco anos após, já casados, “na mesma praça, no mesmo banco”.

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Ela: ói lá marido, a lua se escondeu de novo, por que será?!!!

Ele: não tá vendo que vai chovê, sua tonta!…

 

No fim de semana, casados, outra vez passeando pelo pampa, bem no meio da ponte de madeira:

Ela: bem, quero ir ao banheiro, e agora!

Ele: agacha-te aí mesmo, china, e daí faz xixi…

Ela: ói lá, marido, tem gente lá em baixo, to vendo uma canoa!…

Ele: não ta vendo que é reflexo, sua bruaca!…

 

………………………………….

O QUE DEMOS ANTES:

O Boi de Botas criador do trismo rural inventou um prato para  substituir língua ao molho: ovo frito

Não perca: o prato que o Boi de Botas fez pra substituir a língua ao molho. E a turista que foi aprender a tirar leite.

 

“MANDO FRIGI UNS OVO PRA TI, AGORA MESMO!”

O dono da fazenda de turismo rural mais tradicional de Lages/SC tinha saída pra tudo se fosse pra agradar o turista.

Certa vez o chamaram urgente para atender um turista que estava muito chato na escolha do prato. Nada servia! Só pra tirar o Xiru velho dono do estabelecimento!…

O dono do restaurante chegou, cheio de grau, e sugeriu ao cliente: – “Que tal eu mandar preparar uma língua de boi ao molho?!”

O turista: – “Meu senhor, não como nada que saia da boca do animal!…”

O dono do restaurante – “Mas não tem problema, tchê! Mando frigi uns ovo pra ti, agora mesmo!!!…”

……………………………………………………………………….

A TURISTA DE SÃO PAULO QUE QUIS APRENDER A TIRAR LEITE

A outra história famosa desse dono da fazenda de Turismo Rural é uma de quando foi ensinar as turistas a tirar leite.

Nas fazendas, o café tropeiro mais famoso é um que se chama “Camargo”.

Trata-se de pegar a caneca pela metade de café quente e ordenhar a vaca dentro.

Certa manhã, pra agradar umas turistas do interior de São Paulo, o Boi de Botas dono da Fazenda se foi com a mulherada lá pro galpão ensinar a tirar leite e tomar Camargo!…

Uma turista, descendente de japonês, foi a primeira influída a tirar leite.

O Xiru explicou: – “Tu pega a caneca pelo meio de café, garra na teta da vaca e solta o leite na direção da caneca…”

A japonesa agarrou a teta e ficou esperando…

O dono da Fazenda: – Não, tu tem de apertar a teta e puxar que o leite sai!…”

A turista japonesa: – “Nossa! Pensei que precisava esperar a teta endurecer!!!…

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O que demos antes:

HISTÓRIAS TÍPICA DA SERRA CATARINENSE –

As proezas do Bois de Botas da Guarda dos coronéis

Lageano valente parece lenda, como no RS, cujas principais são: Negrinho do Pastoreio e Gaúcho valente e Macho.

Veja um exemplo que põe dúvidas quanto à valentia do lageano, pelo menos dos de antigamente.

………………..

LAGEANOS GUARNECEM ENTRADA DA CIDADE ATÉ CHEGAR A GUARDA DOS CORONÉIS PARA DEFENDER LAGES/SC DE JAGUNÇOS DO CONTESTADO.

Logo que terminou a violenta Guerra do Contestado, no Meio Oeste de SC, correu a notícia de que alguns perigosos jagunços fugiram em direção à Serra Catarinense, saqueando cidades, abusando de moças e senhoras e roubando no Comércio.

Alguns líderes fizeram uma reunião de emergência e decidiram recorrer aos coronéis da época, Aristiliano Ramos e Otacílio Vieira da Costa.

As fazendas deles eram em Painel e em Capão Alto, hoje dois municípios. Os coronéis mantinham tropas – a Guarda Nacional – muito valente para a segurança na Região.

Um emissário foi até cada um dos coronéis, a uns 20 km do Centro, levar a notícia e o pedido de socorro.

Trouxeram a seguinte ordem: “Reúnam os homens da cidade para a defesa e alguns acampem na entrada para combater os jagunços até que cheguem nossas tropas de Bois de Botas!”

Selecionaram cerca de 20 dos mais valentes lageanos, que foram guarnecer a entrada da cidade e, se precisasse, iniciar o combate aos invasores.

Deu 10h, 11h e nada dos jagunços.

Resolveram fazer um arroz de carreteiro para almoço.

Um sentinela ficava num local mais alto vigiando a estrada. O pessoal já havia almoçado, todos já estavam cochilando, ao canto das cigarras, encostados em troncos, até sem um dos pés de bota.

O sentinela, como não vinha ninguém, foi até o fogo, mexeu as brasas e pôs o bule pra aquecer o café. Descuidou-se um pouco e o café ferveu. Antes de derramar, gritou: “Aivieram!”

Nossa Senhora!

Foi um extravio de “valentes”! Uns só com um pé de bota calçado, bombacha arregaçada até o joelho, correndo, arranhando as pernas em rapa-canela, chapéus ficando pendurados em pontas de galhos pelo barbicacho e dê-lhe correr!.

Assutado, pensando que alguém avistara jagunço, o sentinela também correu.

Alguns olharam pra trás e perguntaram: – “-Você que viu os home? Eram muitos?”

O SENTINELA:

-Não! Eu não vi ninguém! Foi o café que ferveu e aí eu disse “aivieram!”…

………………………………………

HISTÓRIA ANTERIOR:

O DESFILE DO “PÉ COM PAIA E O PÉ SEM PAIA” PARA OS CORONÉIS

No passado de Lages/SC existiram dois coronéis famosos: o Coronel Aristiliano Ramos e o Coronel Vidal Ramos.

Ambos possuíam tropas e faziam a segurança de Lages de Região. As sedes das fazendas eram a 20 km do centro da cidade, exatamente: em Painel e Capão Alto.

O comendante das tropas, geralmente um Boi de Botas astucioso, passava trabalho para fazer os soldados da guarda marchar no dia 7 de Setembro.

Numa das paradas o comandante da guarda do Coronel Aristiliano arranjou um jeito muito simples para o pessoal acertar o passo no desfile.

Amarrou uma taira de palha de milho no pé direito de cada soldado. Aí o comandante ia gritando: – “pé com paia; pé sem paia”, conforme o compasso do bombo da banda.

E na hora da parada em frente ao palanque, na sacada do Coronel Aristiliano?

Mais uma criação do comendante, que gritava: – pelotão, alto!

-Agora “oiem” pro Coroné Aristiliano.

-Agora, “desoiem” o coroné Aristiliano!

……..

Próxima história: as tropas na defesa de Lages de possível invasão por Jagunços que fugiram da Guerra do Contestado. O desfecho dessa história é hilariante…. Não perca!

……………………………………….

HISTÓRIAS ANTERIORES:

DOIS PINGUÇOS: O BARBEIRO E O PADRE.

O QUE NÃO FAZ UMA CACHAÇA!

Em Urubici/SC, o Padre e o Barbeiro gostavam uma barbaridade de caipirinha.

Um sábado, o padre chegou à barbearia e o barbeiro coartava sua barba com as mãos trêmulas devido à cachaça da noite anterior.

Ao sair da cadeira, com a cara brasina de talhos de navalha, o padre olhou no espelho e observou:

“veja só o que não faz uma cachaça!”

O barbeiro:

“enfraquece a pele, não é padre!”

 


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Coluna Eron J. Silva



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