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Aventureiro da volta ao mundo de lambreta: agora, museu revela detalhes da viagem


José ferreira
Esta postagem foi publicada em 2 de outubro de 2018 Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo.

José Ferreira 1

Zé ferreira fez o curso de piloto e chegou a pilotar pequenas aeronaves

Aqui, logo acima: link para o vídeo do museu do aventureiro.

……………

VOLTA AO MUNDO DE LAMBRETA AGORA TEM MUSEU COM DETALHES DA AVENTURA

O jornalista e empresário José Ferreira da Silva está dedicando atualmente praticamente todo o seu tempo na formatação e execução de um projeto de divulgação de sua aventura pelo mundo.

Ele realizou a Volta ao Mundo de Lambreta, que lhe rendeu a edição do livro “O Aventureiro”, narrando a inusitada viagem. A saga iniciou em Porto Alegre, percorreu toda a América do Sul, América Central e América do Norte. De lá para a Europa através do Norte, passando por todo aquele Continente. Depois seguiu pelo Oriente Médio e até a Ásia.

Nos últimos tempos ele tem centrado energias na organização do museu dessa aventura de lambreta. O espaço está no andar térreo de sua residência, na Praça Joca Neves.

Veja detalhes no vídeo, através do link acima.

…………….

O AVENTUREIRO ESTÁ NA SEGUNDA EDIÇÃO – Lageano conta em livro sua volta ao mundo de lambreta.

AUTOR DA FAÇANHA TAMBÉM CONTA COMO VEIO PARAR EM LAGES

Para quem ainda não sabia, o empresário e jornalista José Ferreira da Silva fincou raízes em Lages por acaso. Após realizar a viagem pelo mundo, voltou ao trabalho em Porto Alegre, de onde veio a Lages a serviço, com previsão de 60 dais de permanência, porém acabou se apaixonado por esta terra.

Começo a investir aqui suas economias durante a licença sem vencimento que tirou e está aqui até hoje. Agora viaja o País para divulgar a segunda edição do livro “O Aventureiro” e a convite de universidades para contar sua aventura.

Sua vinda para Lages acabou impedindo que ele fizesse a segunda volta ao mundo, só que de motocicleta. Ele diz que a primeira aventura foi tão sofrida e perigosa que mesmo com toda a experiência de hoje e mesmo que fosse jovem a faria novamente.

O empresário e jornalista fez a viagem mais emocionante e inusitada até agora: A Volta ao  Mundo de Lambreta. Saiu de Porto Alegre, entrou pelo Cone Sul, passou pelas Américas Central e do Norte.

De lá, com o patrocínio da Pepsi Cola, fez a travessia de avião até a Groelândia, passando pela Islândia, Irlanda, Inglaterra, Luxemburgo, Bélgica, Alemanha, Suécia, Itália e França.

A terceira etapa da viagem foi em direção ao Oriente, Médio e chegar ao Oriente para conhecer as Muralhas da China. Desde a escola tina o sonho de conhecê-las, o por ser a única obra feita pelo homem que pode ser vista da Lua.

Atingiu o objetivo de conhecer as muralhas da china, depois de conhecer a cultura do mundo muçulmano, o misticismo e as coisas exóticas da Ásia. Da China retornou ao Brasil.

Hoje ele é requisitado em vários Estados Brasileiro para dar palestra a estudante e entidades sobre a saga. Ele conta detalhes da viagem no livro “O Aventureiro”, que já está na segunda edição.

Na segunda parte desta reportagem, em instantes, estaremos contando detalhes inacreditáveis da viagem.

Por exemplo, adoeceu, intoxicou-se, foi mordido por uma cobra, sofreu um golpe de U$ 350 dólares sofreu uma agressão no Oriente Médio só por olhar para um grupo de mulheres e dormiu ao relento no deserto onde faz muito calor de dia e muito frio à noite.

Mas também viveu momentos felizes, como receber banquetes, homenagens pela aventura e atendimento médico gratuito quando sofreu ma infecção intestinal.

OBJETIVOS DA AVENTURA

O motivo principal da viagem era conhecer as Muralhas da China, a única obra do homem que pode ser vista da Lua.

Na Índia sofreu um golpe de um sujeito brasileiro que prometeu arranjar um passaporte por U$ 350 dólares, porém nunca mais apareceu.

No Oriente Médio sofreu uma infecção intestinal devido à alimentação, tomou u medicamento local, mas melhorou só por algum tempo. m médico na Índia o tratou e até pagou o hotel. Nesse episódio da diarreia foi se banhar num riacho de água fria. Lá foi picado por uma cobra no tendão de Achylles. Não era peçonhenta, mas para desgarrar foi só cortando sua cabeça com uma faca. Desmaiou com o sangue da cobra e o tremor de frio.

Sé um brasileiro lhe deu prejuízo, por outro lado, um estranho o tratou de forma surpreendente: o médico que lhe corou da infecção intestinal e até pagou o hotel.

Outra surpresa já teria acontecido anteriormente na Alemanha, quando recebeu um banquete típica regado a vinho. Foi em homenagem a seu feito: a volta ao mundo em duas rodas.

Constatou na Índia o que havia aprendido nos livros escolares: a vaca é mesmo animal sagrado por lá. Assistiu a uma sena interessante: uma vaca parou o trânsito por algum tempo.

Ainda na Índia um elefante causou enorme tumulto. Parou o  trânsito porque foi  mordido por uma naja rainha, com peçonha capaz de matar um elefante.

Numa noite na Índia acordou com uma naja dentro do quarto que improvisou debaixo da beira de uma pedra. Jogou uma lona e a naja o perseguiu. Essa é a única cobra que ataca. Mas graças a um hipnotizador e encantador de cobras que abanou uma cabeça de alho próximo da serpente, que entrou no mato.

Anteriormente, no Oriente Médio, teve muitos problemas com a comunicação e com os costumes. Apanhou muito uma ocasião porque o pessoal  que estava logo atrás de uma senhora se revoltaram por ele ter olhado muito a esta senhora, admirado com o vestuário. .Sofreu socos, ponta-pés e lhe quebraram um dente.

Lá ninguém rouba. O perigo é onde há mulheres. Devido aos costumes, as mulheres podem mostrar apenas os olhos. Elas se vestem com roupas longas chamadas burka para não serem vistas com muita intimidade.

No Iraque ficou doente e fraco. De vez em quando havia a remédio. Mas os piores momentos foram no Polo Norte, apesar da beleza da Aurora Boreal. Lá são seis meses dia e seis meses noite. É a chamada Aurora Boreal, que inspirou a obras Sol da Meia Notes. Lembra que  chegou ao Polo norte nos seis meses de dia.

Hoje, mesmo nas condições de saúde  da época, não faira, jamis, essa viagem. Mas até se emociona quando se lembra das boas e más passagens. Segundo ele, foi um aprendizado eu valeu a pena.

O empresário e jornalista José Ferreira da Silva foi o lageano que fez a viagem mais emocionante e inusitada até agora. Fez a volta ao  mundo de Lambreta. Saiu de Porto Alegre, entrou pelo Cone Sul, passou pelas Américas Central e do Norte.

De lá, com o patrocínio da Pepsi Cola, fez a travessia de avião até a Groelândia, passando pela Islândia, Irlanda, Inglaterra, Luxemburgo, Bélgica, Alemanha, Suécia, Itália e França.

A terceira etapa da viagem foi em direção ao Oriente, Médio e chegar ao Oriente para conhecer as Muralhas da China. Desde a escola tina o sonho de conhecê-las, o por ser a única obra feita pelo homem que pode ser vista da Lua.

Atingiu o objetivo de conhecer as muralhas da china, depois de conhecer a cultura do mundo muçulmano, o misticismo e as coisas exóticas da Ásia. Da China retornou ao Brasil.

Hoje ele é requisitado em vários Estados Brasileiro para dar palestra a estudante e entidades sobre a saga. Ele conta detalhes da viagem no livro “O Aventureiro”, que já está na segunda edição.

Na segunda parte desta reportagem, em instantes, estaremos contando detalhes inacreditáveis da viagem.

Por exemplo, adoeceu, intoxicou-se, foi mordido por uma cobra, sofreu um golpe de U$ 350 dólares sofreu uma agressão no Oriente Médio só por olhar para um grupo de mulheres e dormiu ao relento no deserto onde faz muito calor de dia e muito frio à noite.

Mas também viveu momentos felizes, como receber banquetes, homenagens pela aventura e atendimento médico gratuito quando sofreu ma infecção intestinal.

OBJETIVOS DA AVENTURA

O motivo principal da viagem era conhecer as Muralhas da China, a única obra do homem que pode ser vista da Lua.

Na Índia sofreu um golpe de um sujeito brasileiro que prometeu arranjar um passaporte por U$ 350 dólares, porém nunca mais apareceu.

No Oriente Médio sofreu uma infecção intestinal devido à alimentação, tomou u medicamento local, mas melhorou só por algum tempo. m médico na Índia o tratou e até pagou o hotel. Nesse episódio da diarreia foi se banhar num riacho de água fria. Lá foi picado por uma cobra no tendão de Achylles. Não era peçonhenta, mas para desgarrar foi só cortando sua cabeça com uma faca. Desmaiou com o sangue da cobra e o tremor de frio.

Sé um brasileiro lhe deu prejuízo, por outro lado, um estranho o tratou de forma surpreendente: o médico que lhe corou da infecção intestinal e até pagou o hotel.

Outra surpresa já teria acontecido anteriormente na Alemanha, quando recebeu um banquete típica regado a vinho. Foi em homenagem a seu feito: a volta ao mundo em duas rodas.

Constatou na Índia o que havia aprendido nos livros escolares: a vaca é mesmo animal sagrado por lá. Assistiu a uma sena interessante: uma vaca parou o trânsito por algum tempo.

Ainda na Índia um elefante causou enorme tumulto. Parou o  trânsito porque foi  mordido por uma naja rainha, com peçonha capaz de matar um elefante.

Numa noite na Índia acordou com uma naja dentro do quarto que improvisou debaixo da beira de uma pedra. Jogou uma lona e a naja o perseguiu. Essa é a única cobra que ataca. Mas graças a um hipnotizador e encantador de cobras que abanou uma cabeça de alho próximo da serpente, que entrou no mato.

Anteriormente, no Oriente Médio, teve muitos problemas com a comunicação e com os costumes. Apanhou muito uma ocasião porque o pessoal  que estava logo atrás de uma senhora se revoltaram por ele ter olhado muito a esta senhora, admirado com o vestuário. .Sofreu socos, ponta-pés e lhe quebraram um dente.

Lá ninguém rouba. O perigo é onde há mulheres. Devido aos costumes, as mulheres podem mostrar apenas os olhos. Elas se vestem com roupas longas chamadas burka para não serem vistas com muita intimidade.

No Iraque ficou doente e fraco. De vez em quando havia a remédio. Mas os piores momentos foram no Polo Norte, apesar da beleza da Aurora Boreal. Lá são seis meses dia e seis meses noite. É a chamada Aurora Boreal, que inspirou a obras Sol da Meia Notes. Lembra que  chegou ao Polo norte nos seis meses de dia.

Hoje, mesmo nas condições de saúde  da época, não faira, jamis, essa viagem. Mas até se emociona quando se lembra das boas e más passagens. Segundo ele, foi um aprendizado eu valeu a pena.

 


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Coluna Eron J. Silva



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