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CÂMARA E GOVERNO MOSTRAM SERVIÇO E BOM SENSO: 48 A 18 NA CCJ – Dada a largada na luta pelas reformas.

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QUEM É NOVO (O GOVERNO) SEMPRE APRENDE. PREVALECEU O JUÍZO PERFEITO NA CÂMARA. MESMO DEBAIXO DE GRITOS LEGÍTIMOS DA OPOSIÇÃO
GOVERNADORES FENÔMENOS DE VOTOS AINDA SEM NADA DE EXTRAORDINÁRIOS – O de SC acaba de propor redução de recursos da Universidade.

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UTILIDADE PÚBLICA: A PÁGINA DE BOM RETIRO – Na próxima quinta, 25, será lançada em Lages a Festa Estadual do Churrasco.

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O EDITORIAL E OS DESAFIOS DAS REFORMAS – Elas vão mexer com interesses, com privilégios e com aqueles que usam inocentes úteis em benefício próprio.

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OS PRÓXIMOS MESES JÁ VÃO MOSTRAR ISSO COM A VOTAÇÃO DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA. Não temos procuração e nem contrato para
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BREGA OU O LEGÍTIMO INTELIGENTE POPULAR? – Parece que intelectuais do ócio é que tem inveja de quem faz sucesso.

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ATENDIMENTO HOSPITALAR A PERIGO – Se não bastasse a não renovação dos convênios do Estado com o Hospital (N.S.P.), agora ele reduz uma ala da Maternidade T.R.


camara
Esta postagem foi publicada em 28 de março de 2019 Administração, Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo, Política.

DIREÇÃO DO HOSPITAL PÚBLICO FOI CONVOCADA PELA CÂMARA DE VEREADORES PARA DAR EXPLICAÇÕES À POPULAÇÃO.

Dentro de uma sessão ordinária, a Câmara abriu espaço para uma reunião especial com a diretora do Hospital Tereza Ramos, Andréia Maria Berto, e com a gerente de enfermagem, Maiura de Oliveira Rosa. Foi nesta segunda, 25. Objetivo: esclarecer sobre a desativação de uma ala do hospital, conforme imagens compartilhadas nas redes sociais no último fim de semana.

No encontro proposto pelo vereador Lucas Neves (Progressistas), os vereadores aproveitaram para questionar também sobre outros problemas, motivos esses, de reclamações da comunidade.

Sem os convênios do Estado com o Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, o atendimento vem sendo bancado pela Prefeitura ou pelos pacientes e tende a entrar em colapso.

Pergunta dominante:

“O que nós gostaríamos de entender hoje é essa situação de aparente fechamento de leitos. Nós vimos um Pronto Atendimento com 15, 20 pessoas aguardando por um leito e um hospital, que é o principal da nossa região, com diversos quartos do 5º andar vazios. Isso chama a atenção da população. Foi dito na imprensa que essa medida é por falta de profissional. Nós temos o conhecimento que foram proibidas as horas plantão e de sobreaviso, mas se falta profissional, como pode ser extinguido ou suspenso temporariamente esses recursos”, indagou o proponente no início da reunião.

EXPLICAÇÕES DA DIREÇÃO:

De acordo com a diretora do HTR, Andréia Berto, não houve redução de leitos e a ala do 5º andar permanece em funcionamento, no entanto, dentro de um cronograma estabelecido pela pasta,ela deverá ser desativada a partir do dia 1º de abril. Ela explica que as tomadas de decisão e algumas mudanças que estão e estarão ocorrendo nos próximos meses buscam otimizar os leitos e o quantitativo profissional existente na unidade hospitalar.

“Nesse primeiro momento nós empreendemos um redimensionamento dos leitos de acordo com o quantitativo de profissionais ativos, tentamos organizar de forma a não diminuir os leitos. Nós estamos deslocando (realocando) os leitos que ficavam no 5º andar e redistribuindo nos demais andares, assim otimizando espaço. Todos os leitos cadastrados que temos dentro do hospital permanecerão”, disse a diretora.

Andreia também informou que o hospital possui atualmente 182 leitos cadastrados no Sistema Único de Saúde (SUS) e, com essa readequação, o objetivo é expandir o número de leitos para 194. “Nos últimos 6 meses, considerando o hospital como um todo, tivemos uma média de 69,21% de ocupação dos leitos. Então, com esse redirecionamento, nós temos capacidade de atender mais. Portanto, essa não foi uma decisão pensada em reduzir a demanda do que está sendo ofertada, pois os leitos serão os mesmos”, disse.

Outra medida que está sendo implantada pela atual gestão é a abertura de unidades mistas (quartos masculinos ou femininos), modelo já utilizado por alguns hospitais do país. “Se nós abrirmos um quarto masculino, o espaço será apenas masculino e da mesma forma para um quarto feminino assim buscamos a utilização mais equânime dos leitos. Esperamos com isso, conceder o maior número de vagas e dar uma rotatividade maior desse leitos” ponderou Andreia.


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Coluna Eron J. Silva



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