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A PÁTRIA SOBRE PNEUS – Entrega convencional de mercadoria está mais cara do que de táxi


caminhão
Esta postagem foi publicada em 14 de junho de 2018 Destaques 5, Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo, Política.

Com o País sobre pneus, chegamos a essa extrema dependência do sistema rodoviário. Mais da metade do transporte de tudo o que consumimos é feito sobre caminhões. O sistema de trasporte mais barato – o ferroviário – quase inexiste, porque apenas cerca de 5% da produção é feita por trilhos. Há muito que não investimos no trem e as ferrovias tem bitolas diferentes, daí não haver conexão muito fácil.

A raiz de tudo isso foi lá nos anos 60, quando o automóvel se transformou numa febre mundial. Juscelino Kubitschek assumiu o Governo com enorme popularidade e credibilidade. Seu Plano de Metas era era o desenvolvimento de 50 anos do Brasio em 05. Foi um governo vitorioso que cumpriu tudo o que prometeu, inclusive a transferência da capital para o Centro Geográfico do País.

Um dos seus grandes projetos foi desenvolver a indústria automobilística. Fez isso com muita competência e acerto. Colocou o País no grupo dos povos em desenvolvimento. Para ficar somente em dois pontos de seu Governo – levar o desenvolvimento para o interior e implantar a indústria automobilística – já é o suficiente para mostrar que tudo fazia sentido. Apesar, é claro, de que foi nos anos 60 que teve início a escalada de nossa dívida externa.

O problema foi que os presidentes que assumiram depois não continuaram com a modernização do País e se debruçaram nos louros do Plano de Metas de Juscelino. Não diversificaram a malha de logística com outras modalidades de vias de transporte.

Devido ao modelo de desenvolvimento de então, quase todos os governos tiveram de se preocupar com rodovias, algumas até faraônicas como a Transamazônica e a Belém-Brasília. Também vieram obras monumentais como a Ponte Rio-Niterói, viadutos e usinas hidrelétricas e nucleares. Tudo, nos últimos 60 anos foi com a filosofia do “maior do mundo”. Ninguém se preocupou com diversificação da logística.

Ao contrário, os governos populistas com a propaganda de falsa prosperidade, ampliaram mais ainda nossa dependência do projeto  “Pátria sobre quatro pneus”. Algumas  sumidades, como Lula e Dilma, incentivaram a implantação de novas montadoras e promoveram incentivos fiscais para aquisição de automóveis e caminhões para aquecer o mercado. O resultado foi o endividamento das pessoas e, no caso do aumento do número de caminhões, veio o problema do frete, como o impasse envolvendo empresas de transporte, caminhoneiros e o governo,

Os transportes aéreo e hidroviário ainda aliviam um pouco a alta dependência do transporte rodoviário. Mas o País só vai resolver a situação assim que investir em ferrovias, em navegação costeira, em hidrovias e ampliação da capacidade do transporte aéreo de cargas. Se não fizerem isso, continuaremos reféns das categorias ligadas ao transporte rodoviário e ao petróleo.

Matéria postado no dia 23/05 acertamos o movimento dos caminhoneiros.

Eron Portal previu movimento dos caminhoneiros.

EDITORIAL – País pode parar: falta logística e há risco de apagão. Governos passados não cuidaram da galinha dos ovos de ouro

MAIOR PRODUÇÃO EM TUDO, MAS COMO TRANSPORTAR E CADÊ A ENERGIA PARA MOVIMENTAR O SETOR PRODUTIVO?

Montadora teve de construir um campo de provas de 16 pistas e do tamanho de 150 campos de futebol para testar um caminhão que aguente o tranco nas nossas estraras.

Os governos paternalistas e pregadores da falsa prosperidades, de FHC a Dilma, fizeram muito bem o que disse Margareth Thatcher: praticaram o socialismo até acabar com o dinheiro alheio.

Estes governos populistas e irresponsáveis, fizeram cortesia com o chapéu alheio. Deram as coisas, viciaram as pessoas no paternalismo e criaram uma geração sem futuro. Agora teremos de adotar para não custar mais caro daqui um pouco. É aquela história: que se vão os anéis, mas que fiquem os dedos.

Nos três governos anteriores o que fizeram o tempo todo foi propalar que o Brasil virou uma potência, que era possível distribuir renda a torto e direito, aposentar gente sem ter contribuído, dar casa de graça, andar de avião, comprar carro novo e assim por diante. Até dar salário sem o sujeito trabalhar e fazer Copa do Mundo e Olimpíadas. Foi o modo  usado no Império Romano, o de oferecer pão e circo em troca do apoio do povo.

Só que se esqueceram de um detalhe: ver da onde viriam os recurso para financiar. Não perceberam que mesmo com uma carga tributária já beirando os 40% um dia acabou o dinheiro dos cofres e também da economia como um todo.

Enquanto se preocuparam só com o pão e circo não cuidaram da infra estrutura e nem das empresas públicas. Então, comera os ovos e não deram ração e água para galinha dos ovos de ouro: a Economia. As gorduras acabaram, quebraram as empresas públicas e caiu por terra o discurso de prosperidade, onde dava até para emprestar dinheiro a outros países.

Hoje o problema está aí. A logística está no limite, 70% das estradas não tem qualidade ou não tem pavimento, os portos estão com maior Custo Brasil de todos, não há trem, hidrovias, navegação de cabotagem e na energia corremos o risco de apagão. E as que foram construídas custaram mais caro devido à propina e o superfaturamento para financiar campanhas eleitorais. gora estão se deteriorando.

Se o Brasil crescer  mesmo os 3% previsto para este ano teremos problemas de logística  para transportar a produção e falta de energia para movimentar as fábricas.

No Agronegócio é uma safara maior que a outra: maior produção de soja e de café da história cujos grãos irão acabar como pavimento em atoleiros de estradas de chão.

Um exemplo do erro estratégico deste sistema ilusionista e enganador, é o que teve de fazer uma montadora de caminhões. Construiu um campo de prova para caminhões que custou mais de R$ 90 milhões. Antes, fez um laboratório ambulante sobre um caminhão com sensores que percorreu 16 mil quilômetros de diferentes estradas para chagar a uma tecnologia capaz de produzir um caminhão que suporte o desafio de enfrentar nossas estradas

 


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Coluna Eron J. Silva



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