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PRESIDENTE BOLSONARO JÁ ESTÁ EM ISRAEL – Devem ser firmados acordos bilaterais, um deles para acabar com a seca do Nordeste.


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Esta postagem foi publicada em 30 de março de 2019 Administração, Notícias, Notícias em Destaques Slide Topo, Política.

“SÓ QUE FALTA É ALGUÉM DEFENDER QUE O POVO DO NORDESTE PRECISA PASSAR SEDE E SER POBRE PARA MANTER AS CARACTERÍSTICAS DE SUA CULTURA”.

A VIAGEM

O presidente Jair Bolsonaro está em Israel, em sua terceira viagem ao exterior. Integram a delegação 4 ministros e alguns parlamentares. A vista iniciou pela capital, Tel Aviv, e inclui Jerusalém, onde o presidente visita a igreja do Santo Sepulcro e o Muro das lamentações, lugares sagrados para católicos e muçulmanos.

A visita será de 4 dias e logo na chegada o presidente já agradeceu a presença do Premiê Benjamim Natanyahu em sua posse e ao envio de militares e equipamentos tecnológicos em ajuda no salvamento em Brumadinho/MG. Condecorou militares.

A expectativa dominante é sobre os assuntos da agenda. Um deles é o acordo cooperativo com aquele país em tecnologia ambiental, recuperação de áreas degradadas e tratamento e transposição de água para consumo e produção agrícola. O Nordeste seria o maior beneficiado.

Israel já manifestou interesse neste sentido e tem experiência e história, pois consegue transformar o deserto em paraísos verdes e fazer uma agricultura revolucionária. Sua intenção é intensificar o intercâmbio comercial e dar sua contribuição tecnológica ao Brasil.

Áreas prioritárias para acordos bilaterais:

Defesa, Segurança e combate à seca. Na defesa interessa a produção de armas bélicas e inteligência.

Outro tema que chama atenção é a possível mudança da embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém. Mas a delegação já adiantou que não deve ser tratado agora sobre esse assunto. Talvez apenas seja definido um escritória comercial em Jerusalém. Provavelmente a decisão da transferência da embaixada chamaria mais atenção que os intercâmbios.

A opinião geral aqui no Brasil é a de que seria bem provável que a embaixada faria com que analistas ficassem gastando saliva, discutindo sobre sua transferência e não dessem a devida importância às outras questões. Como por exemplo a da viabilização da água tratada, potável, para o Nordeste Brasileiro.

EDITORIAL

Sobre o Nordeste, é bom dizer que esse pedaço do Brasil sempre esbarrou nas limitações impostas pela seca. Seu potencial é de até 4 safras agrícolas por ano. Mas a sede e a miséria são o flagelo da população porque a falta d’água potável ao consumo e para irrigação inibe seu crescimento. O habitante nordestino convive com a fome, a pobreza e o atraso.

Não se pode admitir que o país que mais tem água – o Brasil – ainda tenha tamanha parte dele parecendo um deserto. Isso decorre, especialmente, do interesse politiqueiro, isto é, maus políticos que sempre tutelaram aquele povo, de olho no seu voto e lucrando com a “indústria do caminhão pipa”.

Um projeto conjunto – Brasil e Israel – pode transformar o Nordeste numa região próspera, grande produtora de riquezas e num paraíso turístico. Terra, gente e um litoral de tirar o fôlego existem lá. Esse povo merece construir seu futuro já. Como diz a literatura, o nordestino é, antes de tudo, é um forte! “Os Sertões”, de Euclides da Cunha.

VEJA SÓ ABAIXO

EXISTEM TÉCNICAS ATÉ ANTIGAS QUE TRANSFORMAM ÁGUA SALOBRA DO SUBSOLO E ATÉ DO MAR, EM ÁGUA PARA O CONSUMO E A PRODUÇÃO.

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Só que lá fora transformam desertos em maravilhas, em paraísos, enquanto que aqui nós transformamos maravilhas em desertos.

OPINIÃO DO SITE

Reflexão oportuna

Apenas para lembrar, não que somos a favor da entrega de qualquer pedaço do Brasil a alguém, pelo contrário. Mas, se a Holanda não tivesse sido expulsa do Nordeste, hoje o Brasil estaria devendo para a Guiana Nordestina.

Então, que bom se Israel vier, mesmo que só para nos ensinar a dar água ao nordestino. Ensinar a formar Kibutz por lá. Isso dará mais dignidade e independência àquela geente, livrando-a daqueles que a fazem um dependente. Com água e recursos tecnológico, lá se produz o ano inteiro.

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………….

ANEXO

O que já demos antes nesta linha.

ESTAMOS FAZENDO AQUI NO BRASIL O INVERSO DO QUE SE FAZ  NOS ESTADOS UNIDOS E EM ISRAEL, POR EXEMPLO.

O tratamento que damos à natureza aqui é o inverso do que se dá lá fora.

Enquanto no Primeiro Mundo fazem de um deserto uma maravilha; nós fazemos de  uma maravilha um deserto. Veja o que acontece na Amazônia e onde praticamos a produção mecanizada.

Antes vamos ao que fizeram no Deserto Sonora/Arizona, EUA, construíram uma maravilha no meio dele: Phoenix. Em Israel, 16% da agricultura vem dos Kibutz e vilas que são verdadeiros oásis no meio da areia (o deserto). Sem mencionar países de Terceiro Mundo que já dão esses exemplos.

Aqui no Brasil, transformamos as maravilhas do mundo (praias) em depósitos de lixo; as terras, que deveriam produzir alimentos sadios, são envenenados por agrotóxicos.

E em lugares há um trabalho degradantes devido a esses venenos; e o mais grave: estamos transformando a Amazônias – o pulmão do mundo – em uma porção de novos desertos da América do Sul.

ALGUMAS COMPARAÇÕES:

Phoenix – EUA

Acima, um exemplo de um pedaço do deserto (Sonora) transformado em maravilhas.

LOCALIZAÇÃO:

deserto de Sonora é um deserto da América do Norte que cobre grande parte do sudoeste dos Estados Unidos, no Arizona e na Califórnia, e do noroeste do México, em Sonora, Baja California e Baja California Sur. Ele é o deserto mais quente no México.

Israel -Kibutz

Acima, em Israel, país praticamente um deserto, transformam areia em maravilhas urbanas e produção agrícola. São cidades arborizadas e os Kibutz, onde fazem vilas os milagres da agricultura.

O que é:

Um kibutz [quibúts] (hebraico: קיבוץ; plural: kibutzim: קיבוצים, “reunião” ou “juntos”) é uma forma de coletividade comunitária israelita. Apesar de existirem empresas comunais (ou cooperativas) em outros países, em nenhum outro as comunidades colectivas voluntárias desempenharam papel tão importante como o dos kibutzim em Israel, onde tiveram função essencial na criação do Estado judeu.

Combinando o socialismo e o sionismo no sionismo trabalhista, os kibutzim são uma experiência única israelita e parte de um dos maiores movimentos comunais seculares na história. Os kibutzim foram fundados numa altura em que a lavoura individual não era prática. Forçados pela necessidade de vida comunal e inspirados por ideologia socialista, os membros do kibutz desenvolveram modo de vida em comunidade que atraiu interesse de todo o mundo. Enquanto que os kibutzim foram durante várias gerações comunidades utópicas, hoje eles são pouco diferentes das empresas capitalistas às quais supostamente seriam alternativa. Hoje, em alguns kibutzim, há uma comunidade comunitária e são adicionalmente contratados trabalhadores que vivem fora da esfera comunitária e que recebem salários, como em qualquer empresa capitalista.

 

No Brasil:

Amazônia que pode virar deserto

O que acontece na Amazônia é uma lástima.

Não quer dizer que não se deve explorar a madeira nativa. Só que é preciso um manejo sustentado. De forma racional.

Também não quer dizer que não se deve fazer agricultura e pecuária na Amazônia. Mas, também deveria ser racional.

A fiscalização é um faz de conta. O interesse econômico sempre fala mais alto. Tanto que se não fosse a madeira, a pecuária e a produção de grãos, os Estados do Norte seriam mais pobres ainda.

Portanto, é urgente um cuidado efetivo com a Natureza da Região Norte.

Como vai, lá será o maior deserto da América do Sul, em menos de 50 anos.

Nossa agricultura

Lindas plantações de grãos, mas com veneno; belos rebanhos mas cadê as árvores; terras de primeira. mas que serão um novo deserto bem logo.

REFLEXÃO

Nosso maior orgulho é o Agronegócio.

Realmente damos um show de competência nisso. Até porque temos as melhores terras agricultáveis do Planeta.

Mas é urgente um cuidado com a terra.

A agricultura é a âncora verde do Real, mas faltam cuidados!

Nossas praias

Temos mais de 6 mil KM de costa. Mas, o esgoto, o lixo e a sujeira que o homem (a maior poluição sobre a Terra) faz nas praias é uma vergonha internacional.

Ainda estão limpos, santuários tipo Fernando de Noronha. Só não deixem o homem chegar em massa lá!

O QUE FAZER?

No Brasil existe Marco Regulatório para as Organizações da Sociedade Civil e para as relações do poder público com elas. Parece que isso foi decorrente de interesses ideológicos.

Contudo, o mesmo deveria existir para agricultura em escala, exploração da madeira nativa, pecuária e pesca.

MARCO REGULATÓRIO

Aprovado em 2014, o novo Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil. Um fruto de um esforço conjunto do governo federal (por meio da Secretaria de Governo e da extinta Secretaria-Geral) e da sociedade civil para modernizar as relações do poder público com as Organizações da Sociedade Civil (OSCs), agentes fundamentais para a execução de iniciativas de interesse público e para o aprofundamento da democracia.

A Secretaria de Governo agora dialoga com a sociedade civil, órgãos da administração pública e especialistas para conscientizar os diversos atores envolvidos sobre as mudanças trazidas pela nova lei, que entrou em vigor no dia 23 de janeiro de 2016.

 


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Coluna Eron J. Silva



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